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Crise: LinkedIn fecha aplicativo na China e demite mais de 700 funcionários

Foto: Pexels

A rede social LinkedIn anunciou que irá promover uma reorganização interna nos próximos meses. Em comunicado divulgado na 2ª feira (8.mai), o CEO Ryan Roslansky informou que a empresa irá encerrar, até 9 de agosto, as atividades do InCareer – versão simplificada do aplicativo na China -, resultando na demissão de 719 funcionários.

“Embora a InCareer tenha experimentado algum sucesso no ano passado graças à nossa forte equipe baseada na China, ela também encontrou uma competição acirrada e um clima macroeconômico desafiador. Agora, focaremos em ajudar as empresas que operam na China a contratar, comercializar e treinar no exterior”, escreveu Roslansky.

A decisão acontece em meio à busca do LinkedIn de criar oportunidades econômicas e aumentar o engajamento no aplicativo, uma vez que a empresa está registrando um crescimento mais lento da receita. Além da saída da China, a companhia informou que irá reorganizar o trabalho interno e alinhar as equipes pelos países.

O LinkedIn segue exemplos de outras empresas gigantes que estão anunciando cortes nos quadros de funcionários. Nomes como Zoom, Meta, Google, Amazon, Twitter e Dell já comunicaram a redução da força de trabalho, com justificativas que variam entre a perda de valor no mercado, corte de custos e inseguranças da economia global para este ano.

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