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Variação nos preços da cesta básica em novembro de 2023: desafios e oportunidades para as famílias brasileiras

No mês de novembro, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) divulgou os resultados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, revelando desafios econômicos e oportunidades de economia para as famílias brasileiras.

Aumento em Nove Capitais:

Em nove das 17 capitais analisadas, o valor do conjunto dos alimentos básicos registrou aumento, destacando-se Brasília com um significativo acréscimo de 3,06%, seguida por Goiânia (1,97%) e Belo Horizonte (1,91%). Essas variações refletem a complexidade do cenário econômico nacional, impactando diretamente no poder de compra dos consumidores.

Estabilidade em Porto Alegre e Quedas Expressivas em Outras Regiões:

Porto Alegre apresentou uma rara estabilidade, com o valor da cesta básica mantendo-se inalterado em relação a outubro. No entanto, outras capitais enfrentaram quedas expressivas, como em Natal (-2,55%), Salvador (-2,17%), Fortaleza (-1,39%) e Campo Grande (-1,20%). Essas variações demonstram a heterogeneidade das condições econômicas regionais.

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Situação em Natal:

O custo da cesta básica em Natal foi o quinto menor entre as 17 capitais pesquisadas, alcançando R$ 567,30 em novembro. Apesar da queda de -2,55% em relação a outubro, os números indicam um aumento de 0,06% em comparação com novembro de 2022. Nos 11 meses de 2023, a redução acumulada foi de 2,92%.

Principais Variações nos Preços:

Entre outubro e novembro de 2023, nove produtos apresentaram queda nos preços médios, liderados pelo tomate (-12,15%), seguido pelo feijão carioca (-5,60%) e leite integral UHT (-3,92%). Em contrapartida, arroz agulhinha (1,93%), óleo de soja (0,14%) e carne bovina de primeira (0,10%) foram os itens que registraram aumento nos valores médios.

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Desafios para o Orçamento Familiar:

O DIEESE destacou que o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas em novembro deveria ter sido de R$ 6.294,71. Esse valor representa 4,77 vezes o salário mínimo nacional de R$ 1.320,00, evidenciando os desafios enfrentados pelas famílias para atender às necessidades básicas em um cenário econômico desafiador.

Diante desses números, torna-se essencial um olhar atento às políticas públicas e estratégias de consumo para garantir a sustentabilidade financeira das famílias brasileiras em meio a um ambiente econômico em constante transformação.

 

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