O Sebrae no Rio Grande do Norte é um dos parceiros do Governo do Estado na execução do Programa de Fomento ao Setor Têxtil, Confecção e Promoção da Moda no RN – Costura Mais RN, lançado oficialmente nesta quinta-feira (3), em solenidade no auditório da Governadoria, em Natal.
O programa tem como objetivo fomentar o setor de confecções no estado, promovendo capacitação em costura industrial e empreendedorismo, facilitação de acesso ao crédito e valorização da moda potiguar, com o apoio de instituições públicas e privadas.
Executado em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), a Secretaria do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas), a Agência de Fomento do RN (AGN), o Sebrae, o Senai e prefeituras municipais, o programa será implementado em duas etapas e atenderá, ao todo, 37 municípios potiguares.
Ao longo das fases, 1.850 alunos serão qualificados em cursos de corte e costura, além de receberem formação voltada ao empreendedorismo e à promoção da moda, com atividades como desfiles e eventos de divulgação. Para apoiar a aquisição de equipamentos e estimular a formalização das atividades produtivas, o Costura Mais RN também disponibilizará R$ 10 milhões em linhas de crédito acessíveis.
A governadora Fátima Bezerra destacou que o programa integra uma política pública estruturante voltada à geração de emprego e renda. “O nosso estado tem vocação para o setor têxtil, e com o Costura Mais RN instituímos um sistema sustentável de apoio ao setor, garantindo qualificação e crédito para aquisição de equipamentos. É um passo fundamental para consolidar o trabalho e a renda como eixos centrais do desenvolvimento.”
A presidente da AGN, Márcia Maia, lembrou que o programa prioriza o público feminino, oferecendo condições especiais de crédito sem juros para quem pagar em dia. Já o secretário da Sedec, Sílvio Torquato, e o secretário adjunto, Hugo Fonseca, frisaram que esta é a primeira política pública oficial do Estado voltada exclusivamente ao setor têxtil.
O setor têxtil e de confecções potiguar gera atualmente mais de 20 mil empregos formais, conforme destacou Herlane Cruz, presidente do Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem do RN e representante da Fiern.
