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Brics: Haddad defende reglobalização sustentável e taxação de super-ricos

Ministro Fernando Haddad. Foto: Divulgação

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu reglobalização sustentável durante discurso na abertura da Reunião de Ministros de Finanças e Presidentes de Banco Centrais do Brics, realizada neste sábado (5), no Rio de Janeiro. Segundo ele, é preciso repensar a globalização para torná-la mais justa do ponto de vista social, ambiental e econômico.

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Além disso, Haddad também apoiou a criação de um acordo internacional que promova um sistema tributário mais equilibrado. Para o ministro, esse movimento é essencial para que os super-ricos contribuam de forma justa com impostos. “Essa convenção da ONU representa um passo decisivo rumo a um sistema mais eficaz e inclusivo”, afirmou.

Países do Brics devem atuar de forma conjunta

Durante a fala, Haddad destacou a legitimidade do Brics no cenário global. Conforme lembrou, os países do bloco representam quase metade da população mundial e têm capacidade para liderar um novo modelo de desenvolvimento. Ele ainda mencionou o protagonismo do Brasil à frente do G20 e a criação da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.

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Em outro momento, o ministro reiterou que nenhum país, isoladamente, será capaz de enfrentar a crise climática. “Não existe solução individual para os desafios do mundo contemporâneo. Precisamos de respostas coletivas”, pontuou.

Ainda de acordo com Haddad, o Brics tem potencial para lançar o Fundo Florestas Tropicais para Sempre, que pretende acelerar a transição ecológica e fomentar economias de baixo carbono. Segundo ele, os países desenvolvidos, com histórico poluente mais grave, precisam assumir maior responsabilidade no financiamento desse fundo.

Bloco ganha força e relevância internacional

O Brics, sob presidência do Brasil, reúne 11 membros permanentes e outros nove países parceiros. Em conjunto, essas nações representam 39% da economia mundial, 48,5% da população global e quase um quarto do comércio internacional.

Haddad concluiu destacando que o bloco, ao atuar de forma coordenada, pode funcionar como um porto seguro em meio às incertezas do cenário global. “Serenidade e ambição são as marcas da nossa presidência”, finalizou.

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