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Fecomércio RN e UFRN divulgam primeiros resultados do Programa Bebida Segura

Pesquisador segurando uma amostra de bebida.
Foto digulgação FECOMÉRCIO/ UFRN

A Fecomércio RN, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), divulgou os primeiros resultados do Programa Bebida Segura.
A iniciativa tem como objetivo detectar a presença de metanol em bebidas destiladas, como gin, uísque e vodca, e reforçar a proteção ao consumidor potiguar.

De acordo com a coordenação do programa, as primeiras empresas participantes — CDA Distribuidora e Acioly Distribuidora — tiveram todas as bebidas aprovadas nas análises realizadas.
Juntas, essas empresas respondem pelo fornecimento de bebidas a mais de 7 mil estabelecimentos em todo o estado.
Os testes foram conduzidos pelo Laboratório de Combustíveis e Lubrificantes da UFRN (LCL-UFRN), referência técnica responsável pelos laudos emitidos.

As empresas receberam formalmente os resultados, acompanhados dos laudos técnicos.
Além disso, a Fecomércio RN entregará um selo de certificação que poderá ser exibido em locais visíveis e nos canais digitais, funcionando como garantia adicional de qualidade e confiança para o consumidor.

O presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, destacou o impacto da ação:

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O Programa Bebida Segura une ciência e comércio em defesa da saúde pública e da confiança no mercado potiguar. Com análises independentes e laudos públicos, protegemos consumidores e valorizamos empresários que atuam dentro da legalidade.

O empresário Elias Azevedo Cunha, da CDA Distribuidora, reforçou a importância do programa:

Essa iniciativa valoriza empresas comprometidas com a segurança e a qualidade dos produtos. É uma ação que fortalece a confiança entre empresários e consumidores potiguares.

Como funciona o Programa Bebida Segura (H2)

A Fecomércio RN realiza a coleta de amostras lacradas e codificadas, arcando com os custos logísticos de transporte e catalogação.
Já o custo da análise (R$ 196,20 por amostra) é pago pela empresa participante, via FUNPEC/UFRN.
Os laudos são enviados individualmente às empresas, e os estabelecimentos aprovados entram em uma lista pública de transparência.

O LCL-UFRN utiliza metodologia capaz de identificar não apenas a presença, mas também o nível de metanol encontrado.
Com isso, é possível diferenciar se o composto surge de processos naturais de produção ou se representa risco real à saúde.
Em casos de irregularidades, o protocolo prevê comunicação imediata aos órgãos de vigilância sanitária.

A Fecomércio RN e a UFRN reforçam que o programa permanece aberto a novas adesões, voltadas a empresas filiadas ao Sincovaga (Sindicato do Varejo de Gêneros Alimentícios) e ao Sincad (Sindicato de Atacado).
Os interessados podem se inscrever por meio do site oficial: www.fecomerciorn.com.br.

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