Internacional

O que se sabe sobre brasileira que morreu após ser agredida em rua de Buenos Aires

Foto: Reprodução.

A brasileira Maria Vilma das Dores Cascalho da Silva Bosco, de 69 anos, morreu em Buenos Aires, na Argentina, na última sexta-feira (7), após ser agredida por um homem desconhecido. O crime ocorreu na quinta (6), no bairro do Abasto, em Buenos Aires.

Nas redes sociais, a família diz que enfrenta dificuldades com o translado do corpo para Goiânia, onde a vítima morava. Entenda esse caso a seguir.

O que aconteceu?

De acordo com familiares, Maria Vilma havia saído de casa para quitar o aluguel do apartamento da filha quando foi atacada por um homem em uma via pública.

Durante a agressão, ela caiu e bateu a cabeça na calçada, sofrendo um traumatismo craniano. A vítima foi socorrida e levada a um hospital, mas não resistiu ao ferimento e morreu na madrugada do dia seguinte.

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Agressor foi preso?

Os familiares afirmaram que o agressor seria uma pessoa em situação de rua com transtornos psiquiátricos e teria sofrido um surto psicótico no momento do ataque.

Outra pessoa que passava pelo local também foi agredida. No momento dessa segunda agressão, o homem foi detido pela polícia local, ainda conforme familiares.

Quem era Maria Vilma?

A goiana era servidora pública aposentada do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) e estava visitando a filha Carolina Bizinoto, estudante do último ano de Medicina na capital argentina.

Vilma revezava entre a Argentina e o Brasil. Ficava um tempo em Goiás com o marido e outro período com a filha em Buenos Aires. Ela havia chegado na cidade em julho. A formatura da filha deve ser em dezembro.

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Após a morte, amigos e familiares de Maria Vilma criaram uma campanha nas redes sociais para custear o traslado do corpo. Por se tratar de um crime, o corpo da goiana ainda não passou por autópsia, então não foi liberado para translado, o que está deixando a filha angustiada.

Em nota ao SBT News, o Governo de Goiás, por meio do Gabinete de Assuntos Internacionais, disse que está em contato com a família.

“[Fomos] procurados pela família de Maria Vilma das Dores Cascalho da Silva Bosco para obter apoio no diálogo com o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), com o objetivo de agilizar os procedimentos burocráticos para a repatriação do corpo da goiana. A família não solicitou ao Estado auxílio financeiro para o traslado, mas apenas o intermédio institucional junto às autoridades federais”, afirmou.

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