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PL da Dosimetria deverá ser votado na próxima semana no Senado

Plenário do Senado | Divulgação/Agência Senado

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Otto Alencar (PSD-BA), anunciou nesta quarta-feira (10) que o senador Esperidião Amin (PP-SC) será o relator do projeto de lei que pode reduzir as penas dos envolvidos nos atos antidemocráticos, o chamado PL da Dosimetria, inclusive a do ex-presidente Jair Bolsonaro. O PL 2.162/2023, aprovado na Câmara dos Deputados na madrugada desta quarta, altera pontos do Código Penal e da Lei de Execução Penal.

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A expectativa é de que o parecer seja apresentado na reunião da próxima quarta-feira (17). Se aprovado na CCJ, o texto poderá seguir ao Plenário ainda este ano.

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Tramitação pela CCJ

Otto Alencar afirmou que o projeto não poderia ir diretamente ao Plenário do Senado. Segundo ele, houve diálogo com o presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre, para garantir a análise adequada pela comissão.

“Essa matéria deveria passar aqui na Comissão de Constituição e Justiça. Já comuniquei a indicação do senador Esperidião Amin para ser o relator e ele vai apresentar o relatório com expectativa de apreciação na próxima semana”, disse Otto.

O que muda com o PL 2.162

O texto aprovado na Câmara determina que, quando os crimes de tentativa de golpe de Estado e de abolição do Estado Democrático de Direito ocorrerem no mesmo contexto, será aplicada apenas a pena mais grave — e não a soma das penas. A proposta original previa a possibilidade de anistia, mas esse trecho foi retirado pelos deputados.

Reações no Senado

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) elogiou a decisão de submeter o projeto à CCJ. Para ele, seria inadequado que um tema de grande impacto fosse direto ao Plenário.

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“Designou não apenas um relator competente, mas alguém com posição de centro, que não colocará carga partidária em uma matéria que não é partidária”, afirmou.

Por outro lado, o senador Márcio Bittar (PL-AC) voltou a criticar as condenações relacionadas aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. “Pessoas inocentes estão pagando por um crime que não cometeram”, declarou.

Já o senador Rogério Carvalho (PT-SE) disse ser inaceitável alterar punições por interesses eleitorais.

“Estamos tratando de uma regra que mexe com a vida do povo brasileiro. Pautam uma redução de pena que beneficia diretamente quem se envolveu numa tentativa de golpe de Estado”, criticou.

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Próximos passos

O PL 2.162/2023 chegou ao Senado nesta quarta-feira (10 de dezembro), logo após aprovação pela Câmara. Agora, segue para análise da CCJ antes de eventual votação no Plenário.

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