Tecnologia

Google adia Gemini como assistente padrão

Foto: Reprodução

O Google anunciou que decidiu adiar a substituição definitiva do Assistente do Android pelo Gemini Android, contrariando a previsão inicial de concluir a transição até o fim de 2025. Segundo a empresa, o novo cronograma se estenderá ao longo de 2026, com o objetivo de garantir uma migração gradual e sem prejuízos à experiência dos usuários.

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Anteriormente, a companhia havia sinalizado que o processo estaria praticamente encerrado ainda em 2025. No entanto, agora, conforme comunicado oficial, o Google ajustou os prazos para assegurar uma transição considerada “perfeita”. As atualizações que convertem o Assistente tradicional em Gemini continuarão sendo liberadas de forma progressiva nos aparelhos Android, enquanto novos detalhes devem ser divulgados nos próximos meses.

Gemini e a estratégia do Google

Desde já, o adiamento reforça que o Gemini  ocupa um papel central na estratégia de inteligência artificial do Google. O modelo de IA generativa passou a incorporar funções clássicas do antigo Assistente, como controle de dispositivos domésticos inteligentes, comandos por voz e integração com aplicativos do sistema. Assim, embora a substituição não seja imediata, o avanço do Gemini já acontece de forma contínua.

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Em 2024, por exemplo, o Google lançou a linha Pixel 9 com o Gemini configurado como assistente padrão. Na prática, a decisão indicou claramente o caminho escolhido pela empresa. Desde então, o Google vem ampliando, sem dúvida, a presença do novo assistente em seu ecossistema, integrando a tecnologia a serviços e plataformas já consolidadas.

Além disso, a empresa declarou que pretende expandir o Gemini para outros dispositivos além do smartphone. Segundo o Google, tablets, carros e acessórios conectados ao telefone, como fones de ouvido e relógios inteligentes, também devem receber o novo assistente. Dessa forma, a IA passa a atuar de maneira mais ampla e integrada no cotidiano dos usuários.

Por outro lado, o adiamento mostra cautela. Embora a tecnologia esteja avançada, o Google reconhece que a substituição total exige testes, ajustes e adaptação do público. Como resultado, a empresa prefere alongar o processo a comprometer funcionalidades essenciais do sistema Android.

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