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Ataque em Kiev antecede reunião entre Zelensky e Trump

Foto: Reprodução

O Ataque em Kiev marcou a madrugada deste sábado (27) e elevou novamente a tensão no conflito entre Rússia e Ucrânia. Desde já, o bombardeio ocorreu apenas dois dias antes da reunião anunciada pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O encontro deve acontecer na Flórida e tem como objetivo discutir os termos de um possível acordo para encerrar a guerra que já se arrasta há quase quatro anos.

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Durante a ofensiva, a Rússia lançou mísseis e drones contra a capital ucraniana. Como resultado, moradores buscaram abrigo em estações de metrô, onde permaneceram por horas. Pessoas agasalhadas com casacos e cobertores se acomodaram em cadeiras e colchões improvisados. Além disso, a queda na sensação térmica, provocada pelo vento, agravou o desconforto enquanto o alerta aéreo permanecia ativo.

O aviso de ataque aéreo seguiu em vigor por aproximadamente quatro horas. Segundo autoridades locais, pelo menos 28 pessoas ficaram feridas, incluindo duas crianças. Embora os sistemas de defesa aérea tenham sido acionados, fragmentos atingiram áreas residenciais, ampliando os danos materiais.

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Ataque em Kiev causa danos em vários distritos

Conforme informou o prefeito Vitali Klitschko, o Ataque em Kiev provocou danos em sete dos dez distritos da cidade. Casas, prédios residenciais e veículos foram atingidos durante a ação. Além disso, equipes de emergência atuaram simultaneamente em diferentes pontos para prestar socorro às vítimas e conter riscos estruturais.

Por outro lado, o governo ucraniano reforçou que a ofensiva ocorre em um momento sensível do cenário diplomático. Antes do bombardeio, Zelensky declarou que a reunião com Trump deverá tratar, principalmente, da definição de territórios controlados por cada lado após uma eventual interrupção dos combates. Assim, o ataque é interpretado como um movimento estratégico de pressão às vésperas das negociações.

A guerra teve início em fevereiro de 2022, quando a Rússia invadiu a Ucrânia por ordem do presidente Vladimir Putin. Desde então, o conflito se consolidou como o mais letal da Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Embora haja tentativas de mediação internacional, os confrontos seguem ativos e com impacto direto sobre a população civil.

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