Uma mulher morta a tiros em BH chocou moradores do bairro Jardim América, na Região Oeste de Belo Horizonte, na manhã desta quarta-feira (31). Cinthya Micaelle Soares Roliz, de 26 anos, morreu após o ex-companheiro invadir a residência e atirar enquanto ela dormia. O crime aconteceu na frente da filha da vítima, de apenas 5 anos.
De acordo com informações da Polícia Militar de Minas Gerais, o suspeito pulou o muro da casa, entrou no imóvel e seguiu diretamente até o quarto. Em seguida, ele efetuou seis disparos, atingindo a vítima no rosto. Cinthya não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Suspeito é ex-companheiro e fugiu após o crime
A polícia identificou o suspeito como Alex de Oliveira Sousa, de 28 anos. Logo após o assassinato, ele fugiu em uma motocicleta com placa clonada. Até a última atualização desta matéria, as equipes policiais ainda não haviam localizado o homem.
Além disso, a PM confirmou que a vítima possuía medida protetiva contra o ex-companheiro. Mesmo assim, o agressor conseguiu se aproximar da casa e cometer o crime.
Vítima vinha sendo ameaçada e perseguida
No dia 18 de dezembro, Cinthya procurou a polícia para denunciar ameaças. Na ocasião, ela relatou que Alex fez várias ligações e enviou mensagens afirmando que iria matá-la. Além disso, ele passou a persegui-la, inclusive no local de trabalho da manicure, no bairro Barreiro.
Segundo a polícia, mesmo após o registro da ocorrência, o suspeito continuou rondando a vítima, o que aumentou o risco e culminou no assassinato.
Família cobra proteção e polícia investiga o caso
A mãe de Cinthya, a cozinheira Angela Fernandes Soares, de 48 anos, lamentou a morte da filha e afirmou que ela buscou ajuda das autoridades. Segundo a família, o Estado não conseguiu garantir a proteção necessária para evitar a tragédia.
Ainda conforme a Polícia Militar, Alex de Oliveira Sousa possui passagens policiais por crimes como roubo e tráfico de drogas. A Polícia Civil de Minas Gerais assumiu a investigação e segue em busca do suspeito.
O caso reforça o alerta sobre a violência contra a mulher e expõe falhas na proteção de vítimas que já haviam denunciado ameaças.





















































