Polícia

Homem é preso por suspeita de roubo majorado e estupro em Ielmo Marinho

Foto: Pixabay

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu, na manhã desta sexta-feira (9), um homem de 35 anos suspeito de envolvimento em crimes de roubo majorado e estupro em Ielmo Marinho, na Região Metropolitana de Natal. A prisão ocorreu durante a segunda fase da Operação DNA do Crime, com apoio da Polícia Civil da Paraíba.

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O crime aconteceu no dia 22 de setembro de 2024, na zona rural do município. Segundo as investigações, uma mulher que caminhava em via pública com o filho adolescente foi interceptada por dois homens encapuzados, que agiram com extrema violência e grave ameaça.

De acordo com a Polícia Civil, um dos suspeitos utilizava um pedaço de madeira, enquanto o outro simulava portar uma arma de fogo para intimidar as vítimas.

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Vítima foi arrastada para a mata após o roubo

Durante a ação criminosa, os suspeitos roubaram o celular do adolescente e, em seguida, arrastaram a mulher para uma área de mata. No local, a vítima foi violentada sexualmente pelos dois homens.

Após o estupro, os criminosos fugiram levando a motocicleta da mulher. As investigações apontaram ainda que, logo depois do crime, os suspeitos usaram o veículo roubado para abordar um casal, abandonaram a primeira motocicleta e roubaram um segundo veículo para dar continuidade à fuga.

A Polícia Civil apura a possível participação da dupla em outros crimes sexuais registrados na região. Conforme a investigação, todos apresentam o mesmo modus operandi, com abordagens violentas em áreas rurais ou isoladas, uso de objetos para simular armamento e ocultação da identidade dos autores.

Investigação utilizou prova genética

Após diligências, os policiais localizaram e prenderam o investigado no município de Ceará-Mirim. Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência do suspeito, foi apreendido um alicate de poda, instrumento que, segundo a polícia, pode ter sido usado para intimidar as vítimas.

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O primeiro suspeito, um homem de 44 anos, já havia sido preso na primeira fase da Operação DNA do Crime. Com a captura do segundo envolvido, a Polícia Civil informou que todos os autores identificados estão sob custódia.

O nome da operação faz referência à principal prova utilizada na elucidação do caso. Laudos periciais da Polícia Científica (PCI) confirmaram a compatibilidade do material genético coletado da vítima com os suspeitos, afastando dúvidas sobre a autoria dos crimes.

O homem preso foi encaminhado à delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, conduzido ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

A Polícia Civil reforça que informações podem ser repassadas de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.

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