Arrombamento em cigarreira revolta dona Maria José
Um novo caso de arrombamento em cigarreira voltou a assustar comerciantes em Natal. A proprietária Maria José, conhecida como dona Zezé, denunciou que o estabelecimento foi invadido durante a madrugada na Avenida Itapetinga, ao lado da 12ª Delegacia de Polícia.
A reportagem exibida no programa Tá Na Hora RN, da jornalista Juliana Lobo, mostrou o buraco utilizado pelos suspeitos para entrar no local. Segundo a comerciante, os criminosos desceram pelo telhado, arrombaram a estrutura e levaram diversos produtos do estabelecimento.
Apesar de enfrentar problemas de saúde, dona Zezé afirmou que continua trabalhando diariamente para manter o negócio aberto. No entanto, ela lamentou a repetição dos crimes e relatou indignação com a ação dos suspeitos. A comerciante disse que essa não foi a primeira vez que o ponto comercial sofreu invasão.
Prejuízos e sensação de insegurança
De acordo com a proprietária, os criminosos levaram principalmente bebidas, sorvetes, gelo e outros itens vendidos na cigarreira. Além disso, ela explicou que havia feito reposição recente de mercadorias, o que aumentou o prejuízo financeiro após o arrombamento em cigarreira.
O caso ocorreu na Avenida Itapetinga, área de movimento comercial na zona Norte de Natal. Mesmo estando ao lado de uma delegacia, a comerciante demonstrou preocupação com a ousadia dos suspeitos e com a vulnerabilidade do estabelecimento durante a madrugada.
Segundo a reportagem, a dona do comércio vem reforçando a estrutura do local para evitar novas invasões. Ainda assim, ela afirma que a sensação de insegurança permanece, principalmente durante a noite, quando a loja fica fechada.
Comerciante relata presença policial
Dona Zezé também afirmou que viaturas policiais passam com frequência pela região e realizam prisões de suspeitos. No entanto, segundo ela, os criminosos aproveitam momentos de descuido para agir e cometer novos arrombamentos.
A comerciante ressaltou que reconhece o trabalho da polícia, mas reforçou que a repetição dos crimes preocupa e gera prejuízos constantes. Mesmo diante das dificuldades, ela garantiu que continuará trabalhando e cobrando mais segurança para evitar novos casos na área.
