O diagnóstico da mpox é realizado de forma laboratorial, por teste molecular ou sequenciamento genético solicitados pelo profissional de saúde. As pessoas com suspeita ou confirmação da doença devem permanecer em isolamento até o fim do período de transmissão e não compartilhar objetos pessoais, como toalhas, roupas e outros utensílios.

O município também disponibiliza imunização contra a doença para o público prioritário, como pessoas maiores de 18 anos que convivem com Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV/Aids) e profissionais de saúde que trabalham diretamente em contato com o vírus.

Em Natal, o primeiro caso da Mpox foi identificado em junho de 2022, em um paciente do sexo masculino, de 40 anos, que retornou de uma viagem à Europa. De 2022 até o final de 2025, o município já tinha registrado 100 casos confirmados, 176 casos descartados e nenhum óbito relacionado à doença. A SMS enfatiza que segue monitorando os casos e adotando todas as medidas necessárias de vigilância e controle, conforme os protocolos sanitários do Ministério da Saúde, com o objetivo de garantir a segurança da população da capital.

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