As operações podem chegar ao fim em breve, segundo declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, feita nesta sexta-feira (20). Pelas redes sociais, o republicano afirmou que avalia encerrar as ações militares contra o Irã, alegando que as tropas estão próximas de atingir os objetivos estratégicos definidos por Washington.
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Trump destacou que a ofensiva busca enfraquecer completamente a capacidade militar iraniana. Além disso, ele citou a destruição de mísseis, lançadores e da base industrial de defesa do país. Dessa forma, o governo norte-americano tenta impedir que o Irã avance em seu programa nuclear.
Operações e cenário de guerra
Conforme a publicação, o presidente também mencionou a importância de proteger o Estreito de Ormuz após o fim das operações. No entanto, ele afirmou que essa responsabilidade deverá ser assumida por países que utilizam a rota marítima, e não pelos Estados Unidos.
Por outro lado, Trump indicou que Washington poderá auxiliar caso seja solicitado. Ainda assim, ele acredita que não haverá necessidade de intervenção adicional. “Será uma operação militar fácil para eles”, afirmou.
Anteriormente, o presidente descartou um acordo de cessar-fogo com o Irã. Segundo ele, os Estados Unidos mantêm vantagem no conflito, após ações que teriam reduzido significativamente a capacidade militar iraniana. Além disso, Trump sugeriu que o país pode dialogar com Teerã, embora não pretenda interromper as ofensivas neste momento.
O atual cenário no Oriente Médio se intensificou após ataques realizados em fevereiro, quando forças dos Estados Unidos e de Israel atingiram alvos iranianos. Como resultado, mais de 500 pessoas morreram, o que agravou ainda mais as tensões na região.
Além disso, o conflito se expandiu com a participação de aliados do Irã, como o Hezbollah, que lançou mísseis contra Israel. Em resposta, forças israelenses realizaram novos bombardeios no Líbano. Ao mesmo tempo, drones iranianos atingiram bases militares europeias no Oriente Médio, ampliando o risco de uma escalada internacional.
Por fim, a instabilidade também afeta o mercado global de energia. O Estreito de Ormuz, responsável por cerca de 20% do transporte mundial de petróleo, tornou-se um ponto crítico.





















































