O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, lançou sua pré-candidatura à Presidência da República e afirmou que, se eleito, pretende conceder anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo Caiado, o primeiro ato como presidente será decretar uma anistia “ampla, geral e irrestrita” para condenados por tentativa de golpe de Estado, incluindo Bolsonaro.
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“A polarização é sustentada por um projeto político por aqueles que se beneficiam dela. Pode ser desativada? Sim, pode. Por alguém que não é ali parte dela. Meu primeiro ato vai ser exatamente uma anistia ampla, geral e irrestrita”, afirmou.
Críticas ao governo Lula
Durante o discurso, Caiado também criticou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e destacou resultados de sua gestão em Goiás, com foco em segurança pública, agronegócio, minerais críticos e inteligência artificial.
O governador afirmou ainda que o desafio da direita não é apenas vencer as eleições, mas impedir que o Partido dos Trabalhadores volte a governar o país.
“O desafio não é ganhar a eleição do PT apenas. O difícil é governar para que o PT não seja mais opção no país”, disse.
Referência a Flávio Bolsonaro
Caiado também fez referência ao senador Flávio Bolsonaro, ao comentar sobre experiência administrativa e disputa eleitoral.
Segundo ele, vencer a eleição não é a maior dificuldade, mas sim governar o país.
“Ganhar não é a maior dificuldade. Agora, vai saber governar ou vai querer aprender a governar na cadeira?”, questionou.
Combate ao crime organizado
O pré-candidato afirmou ainda que pretende intensificar o combate ao crime organizado e criticou a expansão de facções criminosas no país.
Para Caiado, a atuação dessas organizações compromete o Estado Democrático de Direito no Brasil.
Renúncia ao governo de Goiás
Caiado também anunciou que deixará o comando do governo de Goiás nesta terça-feira (31) para iniciar a pré-campanha. Com a saída, o vice-governador Daniel Vilela assumirá o cargo.
Caiado aposta na alta aprovação de sua gestão e na trajetória política para se consolidar como uma alternativa da direita nas eleições presidenciais.






















































