O Rio Grande do Norte passou a integrar uma investigação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que apura possíveis irregularidades nos preços dos combustíveis. A Superintendência-Geral do órgão abriu um inquérito para analisar a atuação de dirigentes de sindicatos de revendedores no estado, além de outras unidades da federação.
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Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, representantes desses sindicatos teriam feito declarações públicas indicando reajustes nos combustíveis. Com isso, essas manifestações podem ter influenciado o mercado e contribuído para aumentos coordenados.
No caso do Rio Grande do Norte, o Cade busca entender se esse tipo de sinalização impactou diretamente o comportamento dos preços praticados nos postos.
Apuração também envolve outros estados
Além do RN, a investigação inclui Bahia, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Paralelamente, o Cade já conduz um processo semelhante no Distrito Federal.
Apesar disso, o foco da apuração atual é reunir provas e entender como as declarações públicas podem ter interferido na livre concorrência em cada região.
Próximos passos da investigação
A partir de agora, o Cade vai coletar informações e analisar evidências relacionadas ao caso. Em seguida, o órgão poderá decidir pela abertura de um processo administrativo, caso identifique indícios de irregularidades.
Dessa forma, a investigação segue em andamento e deve esclarecer se houve impacto direto na formação dos preços dos combustíveis no Rio Grande do Norte.






















































