O ataque com explosivos deixou pelo menos 13 mortos e 17 feridos nesse sábado (25), no oeste da Colômbia. Segundo informações de uma fonte policial ouvida pela Reuters, a ação violenta elevou o nível de alerta no país.
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Além disso, as autoridades classificaram o episódio como um ato terrorista. O governo colombiano aponta o possível envolvimento de dissidentes das antigas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), grupo que não aderiu ao acordo de paz firmado em 2016.
Ataque com explosivos aumenta tensão na Colômbia
O presidente Gustavo Petro condenou o atentado de forma contundente. Segundo ele, o terrorismo busca provocar medo coletivo por meio da violência. Além disso, o chefe de Estado chamou os responsáveis de “narcoterroristas” e defendeu uma resposta internacional coordenada contra esses grupos.
O ataque não foi um caso isolado. Também neste sábado, atentados a bomba atingiram as cidades de Cali e Palmira. Como resultado, as forças de segurança ampliaram as operações para tentar conter novos episódios de violência.
Embora o acordo de paz de 2016 tenha reduzido significativamente o conflito armado no país, grupos dissidentes continuam atuando. Nesse sentido, essas facções mantêm ligação com o narcotráfico, o que dificulta o controle total do território pelo Estado.
Especialistas apontam que a presença dessas organizações em regiões estratégicas favorece o tráfico de drogas e o financiamento de ações violentas. Consequentemente, episódios como o recente ataque reforçam o desafio das autoridades em garantir segurança à população.
