O caso do suspeito de estupro coletivo ganhou novos desdobramentos neste sábado (2), após a prisão de um homem de 21 anos no município de Jequié, no sudoeste da Bahia. A Polícia Civil cumpriu o mandado expedido pela Justiça de São Paulo, onde o crime é investigado. Além disso, o suspeito permanece custodiado e aguarda transferência para o estado paulista.
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Segundo as investigações, o crime ocorreu no dia 21 de abril, na região de São Miguel Paulista, zona leste da capital paulista. No entanto, a denúncia só chegou às autoridades três dias depois. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, o atraso ocorreu por medo de represálias, o que dificultou a ação imediata dos órgãos competentes.
Suspeito de estupro coletivo e avanço das investigações
Conforme as apurações, cinco pessoas participaram do crime, sendo um adulto e quatro adolescentes. Nesse sentido, três menores já foram apreendidos em operações realizadas na sexta-feira (1º), tanto na capital quanto em Jundiaí, no interior de São Paulo. Por outro lado, um dos envolvidos ainda não foi localizado, e as buscas continuam.
Além disso, o caso ganhou grande repercussão após a circulação de conteúdos nas redes sociais. Como resultado, moradores da região organizaram protestos, cobrando justiça e mais segurança. A mobilização popular aumentou a pressão por respostas rápidas das autoridades.
Enquanto isso, o Distrito Policial da Vila Jacuí conduz as investigações e atua na identificação de outros possíveis envolvidos. Paralelamente, o Conselho Tutelar acompanha o caso e acionou a rede de proteção para garantir assistência às vítimas.
As duas crianças, com idades entre 7 e 10 anos, receberam atendimento médico e suporte social. Uma delas foi acolhida por familiares em um equipamento da prefeitura. Já a outra permanece sob os cuidados do pai, em outro município, com acompanhamento especializado.
