Política

PF prende foragido do caso Master em Dubai

Sede do Banco Master, em São Paulo | Divulgação/Rovena Rosa/Agência Brasil

A Polícia Federal confirmou neste sábado (16) que PF prende foragido da investigação envolvendo o Banco Master no aeroporto de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O especialista em tecnologia Victor Lima Sedlmaier era considerado foragido desde a deflagração da 6ª fase da Operação Compliance Zero, realizada na última quinta-feira (14).

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Segundo a PF, Victor Lima deve retornar ao Brasil por meio do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. Além disso, as autoridades informaram que ele é apontado como integrante do grupo conhecido como “Os Meninos”, célula investigada por atuar em crimes digitais ligados à organização criminosa apurada pela operação.

De acordo com as investigações, o grupo seria responsável por ataques cibernéticos, invasões de sistemas, derrubada de perfis em redes sociais e monitoramento virtual de pessoas. Conforme os investigadores, a atuação acontecia de maneira coordenada para favorecer interesses da organização investigada no caso Master.

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PF prende foragido e investigação continua

A prisão ocorreu dois dias após a Justiça expedir sete mandados de prisão durante a nova etapa da Operação Compliance Zero. Na mesma fase, a PF também prendeu Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no inquérito.

Entretanto, mesmo após a captura de Victor Lima, outras duas pessoas seguem foragidas. Entre elas estão o policial federal aposentado Sebastião Monteiro Júnior e David Henrique Alves, apontado como liderança do grupo “Os Meninos”.

Além disso, a Polícia Federal mantém diligências em andamento para localizar os demais investigados e aprofundar a análise do material apreendido durante a operação. Segundo a corporação, os investigadores buscam esclarecer a participação individual de cada suspeito no esquema.

A operação tem provocado forte repercussão nacional, principalmente por envolver suspeitas de crimes financeiros, tecnológicos e atuação de grupos especializados em inteligência digital. Por outro lado, os investigados negam irregularidades.

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Conforme a PF, o foco da investigação permanece na estrutura e no funcionamento da organização criminosa, incluindo possíveis conexões financeiras e tecnológicas utilizadas para execução das atividades ilegais.

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