A Espanha é bicampeã mundial. Neste domingo, 19/7, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, venceu a Argentina por 1 a 0. Ferrán Torres, no início do segundo tempo da prorrogação, fez o gol decisivo. Assim, diante de mais de 80 mil torcedores, repetiu o feito de 2010 e levou o caneco. Triunfo merecido para uma seleção que dominou totalmente a partida. Afinal, para se ter ideia, a Espanha teve 68% de posse e 19 a 0 em finalizações quando fez o gol.
E a apática Argentina com o seu craque Messi mal tocando na bola deu o primeiro chute apenas quando estava atrás do placar. Assim, diante de um massacre técnico e tático, no qual faltou o gol antes da prorrogação, Ferrán tirou o zero do placar. Curiosidade: no título de 2010 a Espanha foi campeã diante da Holanda vencendo por 1 a 0, gol de Iniesta, na prorrogação.
Assim, a Espanha encerra a competição com 7 vitórias e 1 empate (contra Cabo Verde na estreia), 14 gols a favor e apenas um contra. Oyarzabal foi seu artilheiro, com 5 gols. Unai Simón, nesta Copa, quebrou o recorde de goleiro que menos gols sofreu na história dos Mundiais.
Além do título, a Espanha alcançou a marca de 38 jogos sem derrota, quebrando o recorde de invencibilidade que dividia com a Itália (de 2018 a 2021). Argentina (36 jogos, de 2019 a 2022) e Brasil (35 jogos, de 1993 a 1996) são as outras seleções com as maiores invencibilidades.
