Um terremoto de magnitude 7,1 na escala Richter atingiu o sul do Japão nesta terça-feira (28). Segundo a Agência Meteorológica Nacional (JMA, na sigla em inglês), o sismo foi registrado na prefeitura de Kumamoto, com aproximadamente 10 km de profundidade.
Segundo o canal público de notícias NHK, um único hospital reportou mais de 50 feridos.
Com o abalo, o governo publicou um alerta de tsunami para o Mar de Ariake e o Mar de Yatsushiro. “Aqueles que estão no mar devem sair imediatamente e deixar a costa. Como a corrente permanecerá forte, evite entrar no mar ou se aproximar da costa”, diz o aviso.
O gabinete responsável pela prevenção de desastres também alertou para o risco de desabamento e deslizamentos de terra, principalmente na região afetada. O governo recomendou que os moradores fiquem alerta, uma vez que há a possibilidade de tremores secundários nos próximos dias.
“Nesta região, houve casos em que terremotos semelhantes ocorreram repetidamente cerca de uma semana após um grande terremoto ocorrer, portanto, em áreas com tremores fortes, por favor, tenha cautela cerca de uma semana após o terremoto e para terremotos com intensidade máxima de cerca de 7. Especialmente dentro de 2-3 dias após o terremoto, frequentemente ocorrem tremores fortes”, disse.
Anel de fogo
Terremotos são historicamente comuns no Japão por diversos motivos, entre os quais um se destaca: a localização geológica do país. A nação está numa área sísmica muito ativa, conhecida como “Anel de Fogo” do Pacífico, onde ocorre a maior parte dos terremotos e erupções vulcânicas do mundo. Filipinas, Indonésia e Tailândia também compartilham a região.
