Os temporais no RS afetaram quase 95 mil pessoas em 129 municípios, segundo balanço divulgado pela Defesa Civil na manhã deste sábado (8). O mau tempo provocou uma morte, deixou cinco pessoas feridas e obrigou 2.362 moradores a deixarem suas casas. Além disso, duas pessoas ficaram desabrigadas.
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A vítima fatal morreu em Montenegro, no Vale do Caí. Segundo a Defesa Civil, um motociclista foi atingido por um tronco durante a passagem do temporal. Enquanto isso, outras cidades registraram danos provocados principalmente pela força dos ventos.
De acordo com o levantamento, a Defesa Civil recebeu 106 registros de vendavais. Além disso, o balanço contabilizou 17 ocorrências de granizo, cinco de chuvas intensas, duas de movimentos de massa, duas classificadas como outros eventos e uma ocorrência de alagamento.
Temporais no RS provocam estragos em várias regiões
Os temporais estão associados à passagem de um ciclone-bomba, sistema que provocou ventos fortes e danos em diferentes áreas do Rio Grande do Sul. Na sexta-feira (7), por exemplo, as rajadas chegaram a 125 km/h em regiões atendidas pela concessionária RGE.
Com a intensidade dos ventos, árvores e estruturas foram atingidas em diferentes municípios. Por outro lado, as chuvas também provocaram ocorrências relacionadas a alagamentos e movimentos de massa.
A Defesa Civil mantém o monitoramento das áreas afetadas e orienta os municípios a comunicarem novos registros. Assim, o número de pessoas impactadas pode aumentar conforme as equipes concluam os levantamentos.
Balanço ainda será atualizado
O levantamento divulgado neste sábado ainda não representa o número definitivo de ocorrências. Segundo a Defesa Civil, um novo relatório deve reunir informações sobre os danos comunicados pelos municípios durante a manhã.
Dessa forma, os números de pessoas afetadas, desalojadas e desabrigadas podem sofrer alterações ao longo do dia. As equipes municipais também seguem avaliando os impactos provocados pelos temporais.
A Defesa Civil acompanha as condições meteorológicas e os efeitos deixados pela passagem do sistema. A atuação envolve o levantamento de danos, o atendimento às pessoas atingidas e o acompanhamento das áreas consideradas de risco.
