Economia

Banco Central estuda conectar Pix a outros países

O Banco Central estuda a possibilidade de conectar o Pix a sistemas de pagamentos instantâneos de outros países. A iniciativa faz parte da evolução do sistema brasileiro e pode ampliar o uso do Pix em transações internacionais.

De acordo com o Banco Central, uma eventual integração permitiria realizar operações transfronteiriças entre o Brasil e outros países. Entre as possibilidades estão remessas de dinheiro, pagamentos entre empresas e compras de produtos e serviços no exterior.

No entanto, a medida ainda está em fase de estudo. Portanto, não há, neste momento, uma data definida para o início de um Pix internacional nem uma lista de países que participarão de uma eventual integração.

Como funcionaria o Pix internacional

A proposta considera a conexão do Pix com sistemas de pagamentos instantâneos utilizados em outros países. Dessa forma, usuários poderiam realizar determinadas transações internacionais por meio de infraestruturas de pagamento conectadas.

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Além disso, o Banco Central acompanha iniciativas semelhantes desenvolvidas em outros mercados. O objetivo é avaliar modelos que possam facilitar pagamentos entre diferentes países.

O próprio BC já apontou a integração com sistemas internacionais como uma possibilidade para o futuro do Pix. Segundo a instituição, a conexão poderia atender situações como remessas, pagamentos entre empresas e pagamentos de bens e serviços no exterior.

Pix já é usado como referência internacional

Desde o lançamento do Pix, o sistema brasileiro passou a despertar interesse de outros países. Por isso, o Banco Central mantém iniciativas de cooperação internacional e acompanha o desenvolvimento de sistemas de pagamentos instantâneos em diferentes mercados.

Além disso, documentos do BC apontam a chamada “internacionalização do Pix” como parte das discussões sobre a evolução do sistema. A instituição também registra reuniões e iniciativas de colaboração com outros países para tratar do tema.

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Integração pode ampliar pagamentos internacionais

Caso avance, a conexão entre o Pix e sistemas estrangeiros poderá facilitar operações que atualmente dependem de outras infraestruturas de pagamento.

Assim, uma integração internacional poderá reduzir etapas e tornar determinados pagamentos transfronteiriços mais simples. Entretanto, os detalhes sobre funcionamento, custos, limites e países participantes ainda dependem das discussões e dos acordos necessários.

Por enquanto, o Pix continua funcionando como o sistema de pagamentos instantâneos do Brasil. O Banco Central, portanto, ainda avalia como uma eventual conexão internacional poderá ser implementada.

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