Economia

Desemprego cai em 13 das 27 unidades da federação

Foto: SBT News

O desemprego diminuiu em 13 das 27 unidades da federação no segundo trimestre de 2026. O dado, divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (14), faz parte da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

As maiores taxas de desemprego foram registradas no Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%) e Piauí (8,3%). Já os estados com a menor porcentagem de desempregados foram Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%) e Rondônia (2,6%).

A média nacional ficou em 5,4%. Esse resultado mostra que houve uma queda de 0,7 ponto percentual na comparação com o trimestre imediatamente anterior, quando a taxa de desemprego foi de 6,1%, e recuo de 0,4 ponto percentual em relação ao segundo semestre de 2025. Naquela ocasião, uma fatia de 5,8% da população que compõe a força de trabalho estava desempregada.

Segundo o IBGE, a força de trabalho é composta pelas pessoas com 14 anos de idade ou mais que estão empregadas ou desocupadas (desempregadas, mas procurando ativamente trabalho).

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Carteira assinada

O levantamento também mostra que a porcentagem de empregados com carteira assinada no setor privado chegou a 74,4% no segundo trimestre de 2026. Os estados de Santa Catarina (86,7%), São Paulo (82,0%) e Mato Grosso do Sul (81,0%) tiveram os maiores percentuais. Já os menores foram registrados no Maranhão (53,6%), Piauí (54,2%) e Acre (55,1%).

A população ocupada que trabalha por conta própria foi de 25,3% no país. Maranhão (33,8%), Amapá (31,0%) e Pará (30,3%) tiveram os maiores percentuais. Acre (17,5%), Distrito Federal (18,0%) e Tocantins (18,9%), os menores.

Já a taxa de informalidade correspondeu a 37,4% da população ocupada. As maiores porcentagens foram registradas no Maranhão (56,9%), Pará (55,9%) e Amazonas (51,7%). As menores, em Santa Catarina (25,4%), no Distrito Federal (28,7%) e em Mato Grosso do Sul (29,2%). Ainda no período que vai de abril a junho de 2026, o Brasil tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais e 1,1 milhão que procuravam emprego há menos de um mês.

Rendimento médio

O rendimento médio real foi de R$ 3.738, apresentando uma leve queda na comparação com o semestre imediatamente anterior (R$ 3.795) e aumento na comparação com o mesmo período de 2025 (R$ 3.635). A massa de rendimento médio real de todos os trabalhadores chegou a um montante de R$ 380,3 bilhões, um pouco mais baixo em relação ao trimestre anterior (R$ 382,1 bilhões) e aumento frente ao mesmo período de 2025 (R$ 367,1 bilhões).

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SBT News

 

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