O potiguar José Antônio, atleta da Associação Paradesportiva do Rio Grande do Norte (APARN), é campeão mundial de Bocha Paralímpica. Representando o Brasil, ele conquistou o título em Seul, na Coreia do Sul, alcançando um dos maiores resultados de sua trajetória esportiva e escrevendo um capítulo histórico para a bocha paralímpica potiguar.
Ao lado de José Antônio durante a competição esteve o técnico Alexsandro Silva, também da APARN. Atleta e técnico potiguares chegaram juntos à maior conquista da competição, levando o trabalho desenvolvido diariamente no Rio Grande do Norte ao lugar mais alto do pódio mundial.
O título ganha ainda mais importância pelo momento do ciclo paralímpico. A competição de Seul está entre os principais eventos internacionais do caminho até os Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028, tornando a conquista fundamental para a trajetória de José Antônio no cenário internacional.
A medalha de ouro também simboliza uma grande retomada. Depois de atravessar um período de resultados abaixo do que já havia apresentado ao longo da carreira, José Antônio respondeu da maneira mais contundente possível: voltou ao seu melhor nível e tornou-se campeão mundial.
Para Matheus Dantas, Diretor Técnico da APARN, o título representa muito mais do que uma medalha. “Quem acompanhou tudo o que José Antônio viveu até chegar aqui sabe o tamanho dessa conquista. Houve momentos difíceis, resultados que não vieram e muitas dúvidas pelo caminho. Mas ele continuou trabalhando. Hoje, a resposta veio da forma mais bonita possível: José Antônio é campeão do mundo. E ter Alexsandro ao lado dele nessa conquista torna esse momento ainda mais especial. São dois profissionais da APARN representando o Brasil no ponto mais alto da bocha mundial. É um dia que ficará marcado para sempre na história da nossa associação e do esporte paralímpico do Rio Grande do Norte”, afirmou Matheus.
A conquista consolida José Antônio entre os grandes nomes da bocha paralímpica internacional e fortalece sua caminhada no ciclo rumo a Los Angeles 2028. Para a APARN, é também a confirmação de um trabalho construído diariamente no Rio Grande do Norte, envolvendo atletas, técnicos e profissionais que atuam dentro e fora das quadras.
