O Governo do Rio Grande do Norte autorizou nesta quinta-feira (3) as ordens de serviço para o início das obras de reforma nas Casas de Cultura Popular em Macaíba, Lajes, João Câmara e São José do Campestre. As quatro unidades são as primeiras de um conjunto de 14 Casas de Cultura Popular que serão restauradas e modernizadas no interior do estado. Para o público, a iniciativa vai ampliar as condições de acesso e de uso desses espaços, com melhorias de infraestrutura, acessibilidade e estrutura para atividades como teatro, dança, exposições, oficinas, cursos e exibição de filmes.
As obras integram projeto de R$ 13,6 milhões para restaurar e modernizar 14 Casas de Cultura Popular no interior do estado, com apoio de R$ 7,7 milhões do Fundo Cultural do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O projeto é executado pela Fundação José Augusto e conta ainda com R$ 2,5 milhões do Instituto Neoenergia e aproximadamente R$ 3,4 milhões em recursos próprios da Fundação.
“Hoje é um dia muito aguardado por todos. Com o empenho do Governo do Estado, da Fundação José Augusto, da Secretaria de Estado da Cultura e do BNDES vamos transformar as Casas de Cultura em ambiente para acolher manifestações culturais, espaços para a cidadania, valorização das nossas tradições, renovação de sonhos e esperanças e geração de renda e emprego para nosso povo”, declarou a governador Fátima Bezerra no ato de assinatura das ordens de serviço.
A superintendente da Área de Relacionamento, Marketing e Cultura do BNDES, Marina Gama, destacou que o projeto “significa resistência e resiliência por que é o regate de projeto que estava abandonado e foi retomado pela atual gestão federal”. O presidente da Fundação José Augusto, Gilson Matias, emocionado, pontuou que a reforma das Casas de Cultura “é grade passo, resultado de muita luta e empenho da gestão estadual. Recuperamos projeto aprovado inicialmente na Lei Rouanet e conseguimos acessar o Fundo de Cultura do BNDES. Além de recuperar e adequar a estrutura das casas, vamos incluir obras de acessibilidade para garantir amplo acesso do conjunto da população”.
“Os projetos demandaram muitas considerações técnicas, como preservar condições originais das edificações e agregar acessibilidade. Iniciamos as obras em um lote com quatro casas, com ordens de serviços distintas, para os trabalhos acontecerem de forma paralela e independentes”, explicou Gustavo Coelho, secretário de Estado de Infraestrutura.
LEIA TAMBÉM: Feriado de 7 de setembro altera funcionamento do comércio e shoppings de Natal, confira aqui
