Trecho no sentido Santos Reis/Redinha tem falhas na estrutura metálica, guarda-corpo danificado e sinais de corrosão
A Ponte Newton Navarro, em Natal, apresenta problemas de estrutura em um trecho próximo aos acessos para Santos Reis e Redinha. No local, foram identificadas falhas na estrutura metálica ao lado dos passeios, além de danos no guarda-corpo e pontos com avançado estado de corrosão.
Os problemas foram observados nesta terça-feira (15). A situação chama atenção principalmente de pedestres e ciclistas que utilizam diariamente a ponte para fazer o deslocamento entre as zonas Leste e Norte da capital.
Estrutura apresenta sinais de deterioração
No trecho inicial da ponte, algumas barras metálicas estão quebradas ou ausentes. Além disso, partes do guarda-corpo apresentam sinais de desgaste provocados pela corrosão.
Por isso, usuários que passam pelo local relatam preocupação com a conservação da estrutura. Ciclistas que utilizam a ponte com frequência também apontam a necessidade de reposição das barras de proteção.
A Ponte Newton Navarro recebe diariamente veículos, motocicletas, bicicletas e pedestres. Dessa forma, a manutenção dos equipamentos de proteção é importante para garantir a segurança de quem utiliza o local.
Secretaria de Infraestrutura informa que fará intervenções
A Secretaria de Estado da Infraestrutura (SIN) informou que já realizou estudos técnicos sobre a Ponte Newton Navarro. Além disso, a pasta afirmou que fez o levantamento dos serviços necessários para a manutenção da estrutura.
Segundo a secretaria, neste momento, o Governo do Estado trabalha para viabilizar os recursos necessários para executar as intervenções.
Assim, a previsão é que os serviços sigam o levantamento técnico já realizado. A SIN informou ainda que as medidas têm como objetivo garantir a conservação adequada da ponte.
Ponte liga as zonas Leste e Norte de Natal
Inaugurada em novembro de 2007, a Ponte Newton Navarro é uma das principais ligações entre as zonas Leste e Norte de Natal. A estrutura possui aproximadamente 2,7 quilômetros de extensão e 55 metros de altura no vão central.
Além da circulação de veículos, a ponte também possui áreas destinadas à passagem de pedestres e ciclistas. Por isso, problemas no guarda-corpo e na estrutura metálica exigem atenção durante a manutenção do equipamento.
O Governo do Estado também trabalha em outro projeto relacionado à ponte. A intervenção prevê a instalação de defensas, conhecidas como dolfins, para proteger os pilares contra possíveis impactos de embarcações. O projeto tem investimento estimado em R$ 52 milhões.
No entanto, essa obra tem objetivo diferente dos reparos apontados atualmente no trecho dos passeios. Enquanto as defensas protegem os pilares da ponte, a manutenção identificada pela SIN envolve elementos da estrutura metálica e dos equipamentos de proteção para pedestres e ciclistas.
