A fiscalização da Lei Seca em Natal terminou com 31 condutores autuados e um homem preso por porte ilegal de arma de fogo na noite dessa sexta-feira (30). A Polícia Militar do Rio Grande do Norte realizou a blitz na Avenida Engenheiro Roberto Freire, no bairro Capim Macio, zona Sul da capital.
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A operação ficou sob responsabilidade da Seção de Operações Lei Seca, vinculada ao Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE). Durante a fiscalização, os policiais realizaram 479 testes de alcoolemia para identificar motoristas que dirigiam sob influência de álcool ou que se recusavam a fazer o teste do etilômetro.
Do total de autuações, 30 ocorreram com base no artigo 165-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que prevê penalidades para quem se recusa a realizar o teste. Além disso, um condutor recebeu autuação pelo artigo 165, que trata da condução de veículo sob influência de álcool.
Lei Seca em Natal registra outras infrações
Além das 31 autuações relacionadas ao consumo de álcool, a fiscalização identificou outras 22 infrações de trânsito. Como resultado das irregularidades constatadas, os agentes removeram três veículos durante a operação.
A ação também terminou com a prisão de um homem por porte ilegal de arma de fogo. Entretanto, a Polícia Militar não divulgou detalhes sobre a identidade do suspeito nem sobre as circunstâncias da abordagem.
Os dados da operação demonstram que a blitz não se limitou à verificação do consumo de bebidas alcoólicas. Durante o trabalho, as equipes também fiscalizaram outras condições relacionadas à circulação de veículos e à segurança viária.
Fiscalização busca prevenir acidentes no trânsito
A Seção de Operações Lei Seca realiza ações de fiscalização em diferentes pontos do Rio Grande do Norte. O objetivo é reduzir comportamentos de risco, prevenir acidentes e coibir a condução de veículos após o consumo de bebidas alcoólicas.
Nesse contexto, as operações também buscam conscientizar os motoristas sobre as consequências da combinação entre álcool e direção. Além das penalidades administrativas, a legislação prevê consequências mais graves quando a conduta configura crime de trânsito.
