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Fintech britânica Due chega ao Brasil com R$ 40 milhões para investir no Pix

Foto: Divulgação/Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A fintech britânica Due iniciou oficialmente suas operações no Brasil com um aporte de US$ 7,3 milhões, o equivalente a cerca de R$ 40 milhões. A empresa aposta no país como um dos seus principais mercados estratégicos, ao lado de México e Estados Unidos. Desde já, a proposta é clara: tornar as transferências internacionais tão simples quanto um Pix, aproveitando a familiaridade do brasileiro com pagamentos instantâneos.

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Presente em mais de 80 países, a Due desenvolve sistemas de pagamento voltados à movimentação global de recursos. Fundada por ex-executivos da Revolut, uma das maiores fintechs do mundo, a startup mantém escritórios em cidades como Londres, Nova York, Madri, Varsóvia, Lagos, Cidade do México e, agora, São Paulo. Além disso, a empresa já atende mais de 500 companhias e mantém parceria com a Coinbase, maior plataforma de criptomoedas do mundo.

Fintech britânica Due aposta no Pix para crescer

A chegada da fintech britânica Due ao Brasil ocorre já com integração direta ao sistema Pix. Conforme a empresa, o novo aporte será destinado à expansão da cobertura global e ao lançamento de uma API proprietária. Essa tecnologia permitirá parcerias com bancos, fintechs, plataformas de câmbio, pequenos negócios e também pessoas físicas. Assim, a startup busca se posicionar como infraestrutura de base para pagamentos internacionais.

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O funcionamento da plataforma combina tecnologia financeira e ativos digitais. Inicialmente, o usuário realiza um Pix para a conta da Due. Em seguida, o valor em reais é convertido automaticamente em stablecoins, moedas digitais atreladas a ativos estáveis, como o dólar ou o euro. Posteriormente, o saldo pode ser transferido para mais de 80 países, com custos a partir de 0,2% e liquidação quase instantânea.

Por outro lado, diferentemente de criptomoedas tradicionais, como o bitcoin, as stablecoins não sofrem grandes oscilações de valor. Como resultado, elas reduzem riscos cambiais e tornam o envio de dinheiro mais previsível e acessível. Certamente, esse modelo reduz taxas e tempo quando comparado a bancos e plataformas tradicionais de câmbio.

Segundo Gustavo Marcondes, country manager da Due no Brasil, o país oferece condições ideais para a expansão. “O Brasil tem uma população altamente digital e acostumada a transferências instantâneas, o que cria uma oportunidade perfeita para soluções como a nossa”, afirmou

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