O Bloco do Calvin Harris virou motivo de preocupação neste domingo (8) após relatos de pânico, ansiedade e pessoas machucadas durante a apresentação do DJ escocês na Rua da Consolação, em Higienópolis, região central de São Paulo. O evento, que marcou a volta de Calvin Harris ao Brasil após mais de dez anos, atraiu uma multidão acima da capacidade do local e gerou cenas de empurra-empurra intenso.
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Internautas passaram a relatar nas redes sociais situações de desespero. Conforme publicações no X (antigo Twitter), foliões afirmaram ter sido esmagados pela multidão e precisaram de atendimento médico. “Sensação de morte, achei que ia morrer”, escreveu uma usuária, enquanto outra destacou pessoas saindo de maca, sangrando e passando mal devido à superlotação.
Bloco do Calvin Harris é paralisado por superlotação
Conforme relatos de quem estava no local, o Bloco Skol, que prometia unir música eletrônica ao piseiro de Xand Avião e Zé Vaqueiro, atingiu o limite antes mesmo do meio-dia. Por outro lado, o fluxo de pessoas continuou aumentando. Como resultado, o empurra-empurra se intensificou e obrigou a paralisação temporária do trio elétrico durante a apresentação de Felipe Amorim.
Além disso, foliões relataram crises de ansiedade e desmaios. Segundo testemunhas, equipes de emergência precisaram retirar várias pessoas em macas. Embora a Polícia Militar tenha informado que não houve ocorrências graves, os relatos apontam para dificuldades no controle da multidão. Ainda assim, a corporação afirmou que manteve agentes atentos e adotou medidas para garantir a segurança.
Relatos de desespero se multiplicam nas redes sociais
Enquanto isso, os relatos nas redes sociais se multiplicaram. “Insalubre o bloco do Calvin Harris”, afirmou um internauta. Outro comentou que São Paulo não comporta eventos desse porte nas ruas. Por outro lado, alguns foliões criticaram a organização e compararam a situação com a superlotação registrada no sábado (7), durante o bloco de Ivete Sangalo.
De acordo com foliões como Kauê Santos e Rafael Pinheiro, o cenário era de total sufoco, sem espaço para locomoção. Assim, o que deveria ser um marco histórico do pré-Carnaval paulistano acabou gerando medo e insegurança entre o público presente.





















































