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Como se preparar para a declaração do imposto de renda e evitar a malha fina

O período de prestar contas com o leão sempre gera aquela pontinha de ansiedade em muita gente. A boa notícia é que, com um pouco de organização antecipada, esse processo deixa de ser um bicho de sete cabeças.

Declarar o Imposto de Renda não é apenas uma obrigação, mas uma oportunidade de organizar sua vida financeira e, em muitos casos, receber um dinheiro de volta. A restituição é um fôlego extra que pode ajudar no planejamento do ano.

O maior erro de quem acaba caindo na malha fina é deixar tudo para a última hora. Quando o prazo está apertado, é comum esquecer de declarar um rendimento ou perder um recibo importante que reduziria o imposto a pagar.

Organizar os papéis agora permite que você identifique qualquer informação faltando antes mesmo de o sistema abrir. Pequenos cuidados na hora do preenchimento garantem que sua declaração passe direto pela conferência oficial.

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Estar em dia com a Receita Federal é fundamental para evitar problemas com o CPF, que podem impedir desde a obtenção de empréstimos até a emissão de passaportes. Veja como facilitar sua vida e garantir sua tranquilidade.

Documentos que você deve separar agora

O primeiro passo para uma declaração tranquila é reunir os informes de rendimentos das empresas onde você trabalhou no último ano. Esses documentos detalham exatamente o que você recebeu e o que já foi retido de imposto.

Não esqueça dos extratos bancários específicos para o Imposto de Renda, que as instituições financeiras disponibilizam nos aplicativos. Eles mostram os saldos em contas, aplicações financeiras e eventuais empréstimos que você possui.

Também é hora de buscar os recibos de despesas médicas e de educação, tanto seus quanto dos seus dependentes. Esses gastos são dedutíveis, ou seja, eles ajudam a diminuir o valor do imposto ou a aumentar o valor que você vai receber de volta.

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A praticidade da declaração pré-preenchida

Uma das melhores ferramentas lançadas nos últimos anos é a declaração pré-preenchida, que economiza um tempo enorme do contribuinte. Ela traz informações que já constam na base de dados do governo, como salários e despesas médicas informadas por clínicas.

Ao utilizar essa opção, você só precisa conferir se os dados estão corretos e completar o que faltar. Isso reduz drasticamente a chance de erro de digitação, que é uma das causas principais de retenção na malha fina.

Para ter acesso a essa facilidade, é necessário ter uma conta gov.br de nível prata ou ouro. Se você ainda não tem, vale a pena subir o nível da sua conta agora para aproveitar essa agilidade quando o prazo começar.

Quem realmente precisa declarar este ano

Muita gente fica na dúvida se está ou não obrigada a declarar, e os critérios mudam conforme os rendimentos anuais. Geralmente, quem recebeu rendimentos tributáveis acima de um determinado valor fixado por lei deve prestar contas.

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Também entra na lista quem teve rendimentos isentos ou não tributáveis acima de um montante específico ou quem possui bens, como imóveis e veículos, com valor somado elevado. Operações na bolsa de valores também costumam exigir a entrega da declaração.

Mesmo quem não é obrigado pode optar por declarar se tiver tido imposto retido na fonte ao longo do ano. Nesses casos, a declaração é a única forma de garantir que esse dinheiro volte para o seu bolso através da restituição.

O que fazer para não cair na malha fina

A malha fina nada mais é do que uma inconsistência entre o que você declarou e o que as empresas e bancos informaram ao governo. O segredo para passar batido por ela é a honestidade total nos dados informados.

Informe todos os rendimentos, inclusive aqueles vindos de aluguéis, trabalhos informais ou investimentos. Lembre-se que o cruzamento de dados é muito eficiente e o sistema percebe rapidamente se algo foi omitido.

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Outro ponto de atenção são os dependentes. Verifique se eles não tiveram renda própria que precise ser somada à sua declaração. Muitas vezes, um estágio de um filho ou uma aposentadoria de um pai pode mudar o cálculo do imposto.

A importância do prazo e da restituição

Entregar a declaração logo no início do prazo coloca você nos primeiros lotes de restituição. Isso significa que o dinheiro volta para a sua conta mais cedo, permitindo que você o utilize para investir ou quitar contas.

Caso você perceba algum erro após o envio, não se desespere, pois é possível fazer uma declaração retificadora. Ela corrige os dados anteriores sem gerar multas, desde que seja feita antes de uma eventual notificação oficial.

Evite ao máximo deixar para os últimos dias, quando o sistema costuma ficar lento devido ao alto número de acessos simultâneos. Com tudo pronto e revisado, você cumpre sua obrigação com rapidez e segue o ano com a consciência tranquila.

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