A semana que começa nesta segunda-feira (12) terá pelo menos seis pesquisas nacionais de intenção de voto sobre o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Os levantamentos vão medir a disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
As divulgações estão previstas entre terça-feira (13) e quinta-feira (15), com pesquisas dos institutos PoderData, Nexus/BTG, Futura, Quaest, Datafolha e Palver. Os levantamentos utilizam diferentes métodos de coleta, o que deve ser considerado na comparação dos resultados.
Terça-feira (13): PoderData, Nexus/BTG e Futura
A primeira rodada da semana está prevista para terça-feira (13), com pesquisas do PoderData, da Nexus — encomendada pelo banco BTG Pactual — e do instituto Futura.
PoderData e Nexus utilizam entrevistas por telefone. Os resultados vão atualizar o cenário da disputa no segundo turno, após levantamentos divulgados na semana anterior apontarem vantagem numérica de Flávio Bolsonaro nos votos válidos.
Quarta-feira (14): pesquisa da Quaest
Na quarta-feira (14), a Quaest deve divulgar uma nova pesquisa nacional. O instituto realiza entrevistas presenciais com eleitores em seus domicílios.
O levantamento integra a nova rodada de pesquisas sobre o segundo turno e permitirá acompanhar a evolução das intenções de voto em relação aos resultados anteriores.
Quinta-feira (15): Datafolha e Palver
A quinta-feira (15) deve concentrar outras duas divulgações: Datafolha e Palver.
O Datafolha realiza entrevistas presenciais com eleitores em diferentes regiões do país. Já a Palver utiliza questionários on-line. As diferenças de metodologia precisam ser consideradas na leitura e na comparação dos números.
Pesquisas podem atualizar cenário do segundo turno
A divulgação de novos levantamentos ao longo da semana permitirá acompanhar possíveis mudanças na disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro. Os resultados, no entanto, devem ser analisados considerando a data do trabalho de campo, o tamanho da amostra, a margem de erro e a metodologia de cada instituto.
As datas previstas podem sofrer alterações, e novos levantamentos podem entrar no calendário eleitoral.
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