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Faustão: entenda a necessidade do transplante de coração e como funciona a fila

Foto: Rodrigo Moraes

Em tratamento de insuficiência cardíaca, condição que vem sendo acompanhada desde 2020, o apresentador Fausto Silva (Faustão), 73 anos, precisa passar por um transplante de coração.

“Ele se encontra sob cuidados intensivos e, em virtude do agravamento do quadro, há indicação para transplante cardíaco. O paciente está em diálise e necessitando de medicamentos para ajudar na força de bombeamento do coração”, informa o Hospital Israelita Albert Einstein, em nota assinada pelo cardiologista Fernando Bacal e pelo diretor médico do hospital, Miguel Cendoroglo Neto.

O apresentador agora está na fila única de transplantes, coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, que leva em consideração, para definição da priorização, o tempo de espera, a tipagem sanguínea e a gravidade do caso.

“A jornada de Faustão ilustra a jornada enfrentada por muitos pacientes que aguardam um transplante. Enquanto o procedimento oferece a promessa de uma vida prolongada e melhorada, também coloca em foco a necessidade contínua de educação sobre saúde cardíaca, prevenção e conscientização sobre a importância de se tornar um doador”, salienta o médico cardiologista Audes Feitosa, fellow da Sociedade Europeia de Cardiologia.

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Audes Feitosa destaca que o transplante cardíaco é um procedimento que revolucionou a medicina – DIVULGAÇÃO
Ele sublinha que o transplante cardíaco é um procedimento que revolucionou a medicina e possibilitou uma nova chance de vida para pessoas que sofrem de doenças cardíacas graves em estágio terminal.

“A história do transplante cardíaco remonta a 1967, quando o Dr. Christiaan Barnard realizou o primeiro procedimento bem-sucedido desse tipo. Desde então, a técnica tem evoluído e, hoje em dia, é uma opção terapêutica valiosa para aqueles cujas condições cardíacas não respondem aos tratamentos convencionais”, diz o Audes.

Ele destaca que, no Brasil, o médico Euryclides de Jesus Zerbini protagonizou um marco importante em 1968, ao realizar o primeiro transplante cardíaco na América Latina.

“Esse avanço abriu as portas para uma nova esperança para pacientes em todo o continente. Ainda assim, a escassez de doadores é um obstáculo significativo. A vida de muitos pacientes depende da generosidade de indivíduos dispostos a doar seus órgãos após a morte.”

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Infelizmente, essa demanda frequentemente supera a oferta, resultando em listas de espera prolongadas e em histórias de indivíduos que sucumbem antes de receber a tão necessária doação.

Leia também: Faustão terá que se submeter a transplante de coração, informa boletim médico

SBT Nordeste (JC)

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