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PL Antifacção: Motta elogia relatório e diz que projeto endurece penas contra o crime

Projeto que prevê redução de penas para condenados pelo 8 de Janeiro será votado na Câmara. Proposta não anistia crimes e exclui líderes e financiadores.
Foto: Reprodução

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), elogiou neste sábado (8) o relatório do deputado Guilherme Derrite (PP-SP) sobre o PL Antifacção, conhecido como Marco Legal do Combate ao Crime Organizado. Segundo ele, o texto “preserva os avanços do projeto do governo federal e endurece as penas contra o crime”, fortalecendo o enfrentamento às facções.

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Nas redes sociais, Motta destacou que a segurança pública é uma “pauta suprapartidária e uma urgência nacional”. Ele afirmou ainda que o PL Antifacção pode unir diferentes forças políticas em torno do mesmo objetivo: proteger a população.

“O plenário é soberano e o debate será amplo, transparente e democrático. Vou conduzir as discussões com respeito ao regimento, mas com firmeza. Quando o tema é segurança, não há direita nem esquerda, há apenas o dever de proteger”, afirmou o parlamentar.

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Relatório do PL Antifacção propõe penas mais severas

De acordo com o relator Guilherme Derrite, o projeto propõe mudanças significativas na Lei Antiterrorismo e na Lei das Organizações Criminosas, aumentando penas e ampliando os instrumentos de investigação. Entre as principais medidas, estão:

  • Penas de 20 a 40 anos para crimes cometidos por integrantes de facções, como ataques a presídios e domínio de cidades;

  • Cumprimento de pena em presídio de segurança máxima para líderes de organizações criminosas;

  • Bloqueio e sequestro de bens já na fase de investigação;

  • Proibição de anistia, graça, indulto e liberdade condicional nesses casos;

  • Progressão de regime mais rígida, podendo chegar a até 85% da pena para reincidentes com resultado morte;

  • Ampliação da infiltração policial em facções e grupos paramilitares, com identidades fictícias e empresas simuladas, mediante autorização judicial.

Além disso, Derrite defende que as ações armadas e o domínio territorial praticados por facções sejam tratados penalmente como atos de terrorismo, embora as organizações não sejam classificadas como terroristas.

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