Polícia

Desaparecimento de Luciene Viana: “Não tem crime perfeito”, diz mãe seis anos após o caso

Foto: Reprodução

Seis anos após o desaparecimento de Luciene Viana, a família segue sem respostas sobre o que aconteceu com a potiguar, vista pela última vez em novembro de 2019, aos 40 anos, na Zona Sul de Natal. O caso foi investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), mas nunca teve conclusão.

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Luciene saiu de uma casa noturna naquela noite e, desde então, não foi mais vista. O celular dela foi encontrado na Via Costeira, e o carro, um Gol, apareceu abandonado em Ponta Negra.

Segundo o irmão João Paulo, a família forneceu todas as imagens que conseguiu localizar. Em um dos registros, Luciene estaciona seu veículo em Ponta Negra quando outro carro, um Peugeot branco, para ao lado. A polícia chegou a analisar as imagens e outras informações, mas não conseguiu identificar a placa do veículo que, segundo a família, pode ter sido o último local onde ela entrou.

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João Paulo relata que, após anos de buscas, nada avançou. “Infelizmente a gente não tem informação nenhuma. Lutamos seis anos e continuamos sem resposta. Angústia, tristeza e falta. Esse é o sentimento”, disse.

Ele afirma que o caso está parado por falta de novas evidências e que a polícia apenas colheu DNA da família para eventual confronto, caso um corpo fosse encontrado. Desde então, não houve retorno.

“Não tem crime perfeito”: mãe desabafa sobre falhas nas buscas

A mãe de Luciene, Antônia Viana da Costa, vive a dor da ausência e critica a falta de avanços nas investigações. Emocionada, ela reforça que casos antigos acabam sendo esquecidos.

“Eu nunca desejo essa dor para nenhuma mãe. Minha filha era minha única filha mulher. Até hoje não temos resposta de nada. Parece que os casos antigos vão sendo esquecidos”, desabafou.

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Segundo Antônia, a investigação não foi conduzida de forma adequada. “Eu não acho que foi bem investigado. Tem casos de muitos anos que aparecem pistas. Da minha filha não tem nada. Como é que a pessoa desaparece assim? Alguém está por trás disso”, afirma.

Ela afirma ainda ter a convicção de que existe um responsável. “Eu tenho certeza dentro de mim que tem um culpado. Não sei por que não paga por isso. Não tem crime perfeito”, destacou.

Luciene havia retornado da Itália dois meses antes do desaparecimento, onde tentava resolver questões relacionadas à pensão do filho.

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Seis anos sem respostas

A família lamenta a falta de atualizações por parte das autoridades e segue buscando visibilidade para que o caso não seja esquecido.

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