Os depoimentos das testemunhas do júri popular do Caso Zaira começaram na tarde desta segunda-feira (1º), no Plenário do Fórum Miguel Seabra Fagundes, em Natal. Os trabalhos foram retomados por volta das 13h, após a pausa para almoço.
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O delegado Leonardo Germano, responsável pela investigação, e Ozanete Dantas, mãe de Zaira, foram ouvidos nesta primeira etapa da sessão.
No momento, o juiz da 2ª Vara Criminal de Natal, Valter Flor, ouve a segunda testemunha de acusação. Ainda restam sete testemunhas a serem ouvidas ao longo do julgamento, entre nomes indicados pelo Ministério Público e pela defesa do réu, Pedro Inácio Araújo.
Outras nove testemunhas, tanto de acusação quanto de defesa, foram dispensadas.
O Caso
Zaira Cruz, de 22 anos, foi encontrada morta em 2 de março de 2019, durante o Carnaval, no município de Caicó. O policial militar Pedro Inácio Araújo é acusado de estuprar e matar a jovem.
O processo tramita sob sigilo, e o acesso ao julgamento é restrito a familiares da vítima e do réu para preservar informações sensíveis.
A previsão inicial é de que a sessão do júri seja concluída na sexta-feira (5).
