Após a alta de Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou uma mensagem de apoio nas redes sociais nesta quinta-feira (1º). O ex-presidente deixou o hospital e retornou à Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde segue cumprindo pena determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Na publicação, Michelle afirmou que a família irá superar “os dias maus”. Além disso, ela exaltou o marido e declarou apoio público em meio ao cumprimento da condenação imposta pela Justiça.
Michelle cita frase atribuída a Churchill
Na mensagem publicada no Instagram, Michelle citou uma frase atribuída a Winston Churchill para definir Jair Bolsonaro como um líder. No entanto, a frase tem autoria do escritor norte-americano John C. Maxwell.
Em seguida, a ex-primeira-dama reforçou o apoio ao ex-presidente. “Você é grande, meu amor. Existe um Brasil de bem que te ama e ora por você. Vamos vencer os dias maus. Que Deus te abençoe. Te amo e estarei ao seu lado”, escreveu.
Bolsonaro passou por cirurgia e exames médicos
Bolsonaro estava internado desde o dia 24 de dezembro no Hospital DF Star, em Brasília. Durante o período, os médicos realizaram uma herniorrafia inguinal bilateral, procedimentos para conter crises persistentes de soluços e uma endoscopia digestiva alta.
Segundo informações médicas, os procedimentos apresentaram resultado positivo. Com isso, a equipe liberou o ex-presidente após constatar melhora no quadro clínico.
Defesa pediu prisão domiciliar, mas STF negou
Após a alta hospitalar, a defesa de Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes a concessão de prisão domiciliar humanitária. No entanto, o ministro negou o pedido.
Na decisão, Moraes afirmou que não houve agravamento no estado de saúde do ex-presidente. Além disso, os laudos médicos indicaram evolução clínica satisfatória após os procedimentos realizados.
Moraes diz que recomendações podem ser cumpridas na PF
Alexandre de Moraes também ressaltou que todas as recomendações médicas podem ser cumpridas na sala de Estado-Maior da Polícia Federal, local onde Bolsonaro permanece preso.
O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Diante desse contexto, o STF manteve a decisão e descartou a possibilidade de mudança no regime de cumprimento da pena.





















































