As buscas pelos irmãos desaparecidos no Maranhão entraram no oitavo dia neste domingo (11), sem que as equipes localizassem Ágatha Isabelly e Allan Michel. As crianças desapareceram após saírem para brincar na comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, no interior do estado. Forças de segurança, voluntários e moradores mantêm uma mobilização intensa na região.
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Além disso, no sábado (10), o governador Carlos Brandão (PSB) anunciou o reforço do Exército Brasileiro nas operações. Segundo ele, militares das Forças Armadas e agentes do Batalhão Ambiental da Polícia Militar passaram a atuar junto às equipes estaduais. Conforme destacou o governador, os trabalhos seguem de forma ininterrupta, com uso de técnica e equipamentos adequados.
“Estamos recebendo o apoio do Exército Brasileiro e do Batalhão Ambiental, que se unem às nossas forças de segurança nas buscas”, afirmou Brandão. Assim, o governo espera acelerar a localização das crianças e reduzir a angústia da família e da comunidade.
Buscas por irmãos desaparecidos no Maranhão se concentram em povoado
Assim, as buscas pelos irmãos desaparecidos no Maranhão estão concentradas no povoado Santa Rosa. A área ganhou atenção especial porque abriga um lago e foi o local onde as roupas de Anderson Kauã, de 8 anos, foram encontradas na quinta-feira (8). Antes disso, o menino, primo de Ágatha e Allan, havia desaparecido junto com eles.
Anderson Kauã, que é autista, foi localizado com vida na tarde de quarta-feira (7), por um morador, às margens de uma estrada próxima ao povoado. Depois do resgate, equipes médicas encaminharam o garoto para atendimento hospitalar no município de Bacabal. Atualmente, ele segue sob cuidados médicos e passa por acompanhamento.
Segundo informações repassadas pelas autoridades, o relato de Anderson reforçou a hipótese de que as crianças ainda estejam nas proximidades do povoado. Por isso, os agentes intensificaram as varreduras em áreas de mata, margens de lago e trilhas usadas pelos moradores locais.
Embora o cansaço aumente com o passar dos dias, as equipes mantêm o ritmo das buscas. Além disso, voluntários da própria comunidade quilombola continuam colaborando, oferecendo apoio logístico e conhecimento do terreno.





















































