A reforma ministerial no governo Lula ganhou força após a saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça, abrindo caminho para mudanças que podem atingir entre 18 e 20 ministros neste início de 2026. Atualmente, o governo federal conta com 38 ministérios.
Leia também:
Moraes assume presidência do STF durante recesso
Nos bastidores, a expectativa é de alterações em pastas estratégicas, impulsionadas por fatores políticos e eleitorais, além de discussões sobre um possível desmembramento do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Prazo eleitoral pressiona mudanças
A legislação eleitoral determina que ocupantes de cargos públicos que pretendem disputar eleições devem se afastar das funções até 6 de abril, com exceção de quem possui mandato parlamentar.
Esse prazo tem acelerado as articulações dentro do Palácio do Planalto, principalmente diante das eleições de 2026.
Haddad anuncia saída e mira disputa eleitoral
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que deve deixar o cargo até fevereiro, com o objetivo de ajudar na campanha à reeleição do presidente Lula.
No entanto, nos bastidores, não está descartada a possibilidade de Haddad disputar o governo de São Paulo ou uma vaga no Senado Federal.
Outros ministros também podem deixar o governo
Entre os nomes cotados para deixar a Esplanada dos Ministérios estão Marina Silva, do Meio Ambiente; Geraldo Alckmin, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; e Rui Costa, da Casa Civil.
A expectativa é de que a reforma ministerial seja usada como estratégia para reorganizar a base política do governo e fortalecer alianças para o próximo ciclo eleitoral.
Com informações do SBT News




















































