Política

Nikolas Ferreira lidera caminhada até Brasília por anistia a Bolsonaro e presos do 8 de janeiro; deputados do RN participam

Nikolas Ferreira e aliados realizam caminhada até Brasília em ato por anistia

A caminhada até Brasília iniciada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) ganhou força ao longo da semana. Desde a segunda-feira, o movimento passou a reunir parlamentares de direita, influenciadores e lideranças religiosas. O ato defende a anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro e aos presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

Além disso, a mobilização atraiu representantes de diferentes estados. O percurso começou no município de Paracatu, em Minas Gerais, próximo à divisa com Goiás. Ao todo, a distância até Brasília é de aproximadamente 240 quilômetros.

Adesão de deputados amplia alcance do movimento

Logo nos primeiros dias, a caminhada até Brasília recebeu a adesão do deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO). Em seguida, o parlamentar passou a caminhar ao lado do deputado André Fernandes (PL-CE). Com isso, o movimento ganhou maior visibilidade nas redes sociais.

Ao mesmo tempo, influenciadores e políticos com mandatos estaduais e municipais também passaram a integrar o percurso. Dessa forma, a mobilização deixou de ser individual e assumiu caráter coletivo.

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Na terça-feira, outro nome de destaque aderiu à caminhada. O ex-vereador Carlos Bolsonaro passou a acompanhar o grupo e, posteriormente, usou as redes sociais para agradecer os gestos de apoio recebidos.

“Desde os mais humildes que caminham ao nosso lado até aqueles que enviam uma mensagem de apoio, cada gesto importa”, escreveu o filho do ex-presidente.

Deputados do RN se unem à caminhada

Do Rio Grande do Norte, os deputados federais General Girão e Sargento Gonçalves, ambos do PL-RN, também aderiram à caminhada até Brasília. General Girão se juntou ao grupo na quinta-feira (21). Segundo ele, o ato possui forte valor simbólico.

“Sou o mais idoso nessa jornada. Ainda assim, cada passo reforça a luta pela verdade, liberdade e justiça”, afirmou o parlamentar.

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Já Sargento Gonçalves ingressou no percurso na terça-feira (20). Para ele, apesar do desgaste físico, o sacrifício vale a pena. “Unidos pelo Brasil, seguimos firmes. A cada dia, somos mais fortes e em maior número”, declarou.

Senadores também passam a integrar o percurso

Além dos deputados, senadores passaram a reforçar a mobilização. Mesmo recém-operado e com dificuldades de locomoção, o senador Magno Malta (PL-ES) participa da caminhada. Inicialmente, ele utilizou bengalas. No entanto, ao longo do trajeto, passou a ser conduzido em uma cadeira de rodas.

Enquanto isso, o senador Marcio Bittar (PL-AC) também aderiu ao movimento. Dessa forma, a mobilização passou a contar com representantes das duas Casas do Congresso Nacional.

Manifestação está marcada para domingo em Brasília

O objetivo do grupo é chegar a Brasília neste domingo, dia 25. Nesse dia, os organizadores programaram uma manifestação na Praça do Cruzeiro, com início previsto para as 12h. Segundo os participantes, o ato terá caráter simbólico e pacífico.

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Nikolas Ferreira afirmou que a caminhada surgiu após reflexões pessoais sobre as prisões relacionadas ao 8 de janeiro. Por isso, decidiu transformar a ideia em um gesto público. “Escolhi caminhar até Brasília para trazer luz aos fatos que estão acontecendo”, declarou.

Natal também terá caminhada pela liberdade

Além da mobilização nacional, Natal também receberá um ato semelhante. O Grupo Força Democrática, em parceria com o PL Jovem, realizará a Caminhada pela Justiça e pela Liberdade na capital potiguar.

A concentração ocorrerá a partir das 14h, em frente à sede do Partido Liberal, no bairro Lagoa Nova. Em seguida, os participantes seguirão até o Mercado Público da Redinha, na Zona Norte da cidade.

Percurso inclui principais vias da capital

O trajeto da caminhada em Natal inclui a Avenida Prudente de Morais, a Ladeira do Sol, a Orla da Praia do Meio e a Ponte Newton Navarro. Dessa maneira, a mobilização deve percorrer cerca de 12 quilômetros.

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De acordo com Carlos Reny, representante do Grupo Força Democrática, o ato ocorre em um momento delicado. “O momento pede que o povo vá às ruas. Afinal, pelos meios legais, não estamos vendo avanços significativos na garantia da liberdade de pessoas que consideramos presas injustamente”, afirmou.

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