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Fim do banheiro unissex? Nova lei prevê multa de R$ 10.000,00 para quem descumprir

Image by zukunftssicherer from Pixabay

O cenário educacional brasileiro está passando por transformações profundas que tocam em pontos sensíveis da convivência social e da infraestrutura escolar. Recentemente, uma decisão administrativa de grande impacto trouxe à tona um debate que divide opiniões entre especialistas.

Esta nova diretriz legal estabelece critérios rígidos sobre o uso de espaços comuns em instituições de ensino, alterando radicalmente a rotina de alunos e gestores. A mudança não é apenas uma recomendação, mas uma exigência com implicações financeiras severas.

Muitos pais e educadores agora buscam entender como as estruturas físicas das escolas deverão ser adaptadas para evitar punições pesadas. O foco central desta regulamentação é a organização dos espaços de higiene e repouso dentro do ambiente acadêmico.

Diante de um prazo de adequação extremamente curto, a corrida para interpretar as novas normas começou. O desrespeito a essas regras pode gerar um prejuízo contínuo para as instituições, tornando a conformidade uma prioridade absoluta para todos os envolvidos.

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O cerco fechou: Entenda as proibições e o peso da punição financeira

A nova legislação, sancionada em Santa Catarina pelo governador Jorginho Mello, veta terminantemente a existência de banheiros unissex ou de gênero neutro em todas as unidades de ensino, sejam elas públicas ou privadas, do infantil ao superior.

A norma exige que faculdades e escolas garantam, no mínimo, uma unidade masculina e outra feminina separadas. Instituições que ignorarem a regra após 45 dias enfrentarão multas mensais de R$ 10 mil, fiscalizadas rigorosamente pela Secretaria da Fazenda estadual.

Essa medida também se estende a vestiários e dormitórios, impedindo qualquer modelo de compartilhamento neutro. O objetivo declarado pelo governo é garantir a ordem e a segurança jurídica, atendendo aos pedidos de diversas famílias que buscavam normas mais tradicionais de organização.

A única brecha permitida e os bastidores de uma decisão polêmica

Existe apenas uma exceção específica para escolas privadas que possuem somente um banheiro individual de cabine única e porta fechada. Nesses casos de uso exclusivo e isolado, a lei permite que o espaço continue sendo acessível a qualquer pessoa.

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O projeto, que tramitava desde 2021 sob autoria do deputado Jessé Lopes, gerou embates calorosos na Assembleia Legislativa antes de sua aprovação definitiva. Enquanto defensores focam na segurança, críticos argumentam que a medida pode institucionalizar a discriminação no ambiente escolar.

Com os valores das multas destinados ao Fundo Estadual de Educação, a fiscalização promete ser implacável. Agora, o estado observa atentamente como essa padronização afetará o convívio social e se outros estados brasileiros seguirão o mesmo caminho legislativo. Portanto, é válido salientar, que a lei vale apenas para o Estado em questão e para o público-alvo citado.

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