Um caso de cartão clonado em Natal foi denunciado pelo pastor Abel Farias em reportagem exibida no programa Tá na Hora RN. Segundo ele, movimentações financeiras irregulares apareceram ao acessar o aplicativo do cartão de crédito, hábito que afirma manter com frequência.
De acordo com o relato, no dia 3 deste mês, o pastor chegou em casa e decidiu conferir as despesas. No entanto, ao abrir o aplicativo, identificou um saque de R$ 1 mil que não reconheceu. Além disso, o sistema apontava outras compras feitas no mesmo dia.
Ainda segundo Abel Farias, as movimentações incluíam uma compra no valor de R$ 4.531 em uma loja de eletrônicos. Além disso, constava uma despesa de R$ 227 em um supermercado, ambos localizados em Natal. O pastor afirmou que não empresta o cartão e que não compartilha a senha com terceiros.
Operadora negou contestação das compras
Assim que percebeu as transações, o pastor entrou em contato com a central de atendimento do cartão. Porém, a resposta o surpreendeu. A empresa informou que não aceitaria a contestação das compras nem do saque.
Segundo a operadora, as transações ocorreram com o cartão físico e mediante uso de senha. Por isso, a central alegou que não poderia abrir o processo de contestação. Mesmo assim, o pastor reforçou que não realizou nenhuma das operações.
Pastor afirma que estava na academia no horário das transações
Durante a entrevista, Abel Farias explicou que, no horário das compras, por volta das 17h, ele estava na academia. Ele afirmou que frequenta o local diariamente. Por esse motivo, solicitou uma declaração para comprovar sua presença naquele horário.
Além disso, o pastor destacou que os estabelecimentos onde ocorreram as transações contam com câmeras de segurança. Dessa forma, as imagens podem ajudar a confirmar que ele não estava nos locais no momento das compras e do saque.
Caso foi registrado na delegacia
Diante da situação, o pastor procurou a delegacia e registrou um boletim de ocorrência. No documento, ele solicitou a coleta das imagens das câmeras do caixa eletrônico onde ocorreu o saque de R$ 1 mil. Também pediu as filmagens da loja de eletrônicos e do supermercado.
Segundo ele, o objetivo é identificar quem utilizou o cartão de forma indevida. O caso segue em apuração pelas autoridades. A reportagem exibida no Tá na Hora RN reforça o alerta para que consumidores acompanhem regularmente as movimentações financeiras e adotem providências imediatas ao identificar transações suspeitas.






















































