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Morte do cão Orelha: Polícia pede apreensão de passaporte de adolescente investigado

Foto: Reprodução

A apreensão de passaporte de um adolescente investigado pela morte do cão Orelha foi solicitada pela Polícia Civil de Santa Catarina à Justiça. O pedido ocorreu nessa sexta-feira (6) e veio a público neste sábado (7). A medida busca evitar uma possível saída do país durante o andamento das investigações sobre o caso ocorrido na Praia Brava, em Florianópolis, no dia 4 de janeiro.

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Segundo a Polícia Civil, o adolescente é o mesmo para quem já havia sido solicitada internação provisória no curso da apuração. Além disso, o jovem está entre os investigados que viajaram aos Estados Unidos após o episódio ganhar repercussão nacional. Conforme informado pela corporação, o pedido de retenção do documento tem relação direta com a necessidade de garantir a efetividade da investigação.

Embora a Polícia Civil não tenha detalhado oficialmente os fundamentos jurídicos da solicitação, a assessoria de comunicação confirmou que a principal preocupação é o risco de evasão. Assim, a apreensão do passaporte surge como uma medida cautelar para assegurar que o investigado permaneça à disposição da Justiça.

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Apreensão de passaporte tem apoio do Ministério Público

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) manifestou-se favoravelmente ao pedido da Polícia Civil. De acordo com o órgão, a medida é adequada diante do estágio da investigação e das circunstâncias do caso. Certamente, o posicionamento reforça a gravidade com que o episódio vem sendo tratado pelas instituições responsáveis.

Paralelamente, o MPSC solicitou a complementação das investigações. Segundo o Ministério Público, foram identificadas inconsistências e falta de precisão na reconstrução dos fatos apurados até o momento. Por outro lado, o órgão não detalhou quais pontos precisam ser revistos, alegando a necessidade de preservar o andamento do procedimento.

O caso da morte do cão Orelha gerou forte comoção e mobilização social, especialmente nas redes sociais. Desde então, entidades de proteção animal e cidadãos cobram respostas mais rápidas e rigorosas das autoridades. Como resultado, o inquérito passou a receber atenção redobrada dos órgãos de controle.

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