O caso de uma jovem de 19 anos ter contraído o vírus Mpox foi descartado pela Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte, após resultado negativo em exame realizado em clínica particular. A paciente está internada no Hospital Rafael Fernandes, em Mossoró, na Região Oeste do estado. A confirmação laboratorial trouxe alívio às equipes de saúde, que acompanhavam o quadro com atenção desde a suspeita inicial.
A jovem deu entrada na UPA de São Manoel no dia 20 de fevereiro, após apresentar sintomas virais associados a lesões na pele. Diante do quadro clínico e do histórico recente de viagem, os profissionais levantaram a hipótese de infecção por Mpox. Contudo, o resultado negativo do exame afastou oficialmente a suspeita da doença.
O que é Mpox e quais são os sintomas?
Causada pelo vírus Monkeypox, a doença tem seu contágio por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O sintoma mais comum da doença é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. O quadro pode incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, apatia e gânglios inchados. A erupção cutânea pode afetar o rosto, as palmas das mãos, as solas dos pés, a virilha, as regiões genitais e/ou anal.
Como a Mpox é transmitida?
O vírus se espalha de pessoa para pessoa por meio do contato próximo com alguém infectado, incluindo falar ou respirar próximos uns dos outros, o que pode gerar gotículas ou aerossóis de curto alcance; contato pele com pele, como toque ou sexo vaginal/anal; contato boca com boca; ou contato boca e pele, como no sexo oral ou mesmo o beijo na pele. O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também podem transmitir a doença.
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