Dona Lelita morre neste sábado (28), em Natal, deixando saudade nas Rocas e em milhares de admiradores espalhados pelo Brasil. Conhecida carinhosamente como “Olho de Pomba”, ela ganhou projeção nacional com vídeos marcados por humor, autenticidade e personalidade forte.
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A notícia da morte mobilizou seguidores nas redes sociais, que rapidamente compartilharam homenagens. Além disso, familiares destacaram a trajetória de superação que marcou a vida da potiguar. Embora enfrentasse dificuldades desde cedo, ela transformou experiências simples em momentos de alegria coletiva.
Natural de Natal, Dona Lelita cresceu em meio a desafios. Ainda menina, precisou amadurecer cedo e assumir responsabilidades. Posteriormente, já viúva, criou os filhos com coragem e firmeza. Por outro lado, nunca perdeu o senso de humor, que se tornou sua marca registrada.
Dona Lelita morre e deixa legado afetivo
Ao longo dos anos, Dona Lelita construiu uma presença carismática nas redes sociais. Sentada na tradicional cadeira de balanço, na porta de casa, ela protagonizava vídeos espontâneos gravados pelo neto, Charles Moura. Foi ele, inclusive, quem criou o apelido “Olho de Pomba”, que rapidamente se espalhou pela internet.
Além disso, ela transformou a própria casa em cenário fixo das gravações. A cozinha, apelidada de “Pomba Caverna”, virou ponto de encontro virtual. Ali, refeições simples, como pão assado com café, tornavam-se espetáculo. Assim, o cotidiano ganhava leveza e conquistava o público.
Embora não tenha tido uma boneca na infância, Dona Lelita formou, na vida adulta, sua própria coleção. Dava nome às bonecas e cuidava delas com carinho. Da mesma forma, cultivava o espírito natalino o ano inteiro, mantendo a casa decorada como se fosse dezembro permanente.
Reconhecimento e despedida
Com o sucesso nas redes, ela participou de programas de televisão e ampliou o alcance de sua história. No entanto, manteve a simplicidade que sempre a definiu. Conforme amigos relatam, ela nunca deixou de ser a mesma mulher das Rocas.
Assim, Dona Lelita morre, mas deixa um legado de afeto, resistência e alegria. Sua história permanece viva na memória de quem acompanhou cada vídeo, cada riso e cada “resenha” compartilhada com o Brasil.






















































