Se você é daqueles que treme só de olhar a fatura do cartão de crédito, a semana começou com uma notícia que pode acalmar o coração. Entrou em vigor nesta segunda-feira o novo limite para os juros do cartão de crédito rotativo, aquela taxa cobrada quando a gente paga apenas o mínimo.
A partir de agora, o valor total da dívida não pode mais do que dobrar. Parece muito, mas antes dessa regra, os juros acumulados podiam fazer uma conta de mil reais virar uma bola de neve de dez mil em pouco tempo.
Essa mudança é um respiro necessário, já que o cartão de crédito continua sendo o principal vilão das dívidas no Brasil. O governo e o Banco Central decidiram colocar esse freio para evitar que as pessoas percam o controle total da vida financeira por causa de uma emergência.
Se você já está no rotativo, o banco é obrigado a oferecer uma opção de parcelamento com juros menores. Vale a pena dar uma olhada no aplicativo do seu banco ou ligar na central de atendimento para ver a proposta de transição.
Como aproveitar a nova lei para limpar o nome
O segredo agora é não deixar a dívida parada. Com o teto estabelecido, fica muito mais fácil planejar o pagamento, pois você já sabe exatamente qual é o valor máximo que aquela pendência pode atingir.
Muitas instituições financeiras estão aproveitando o momento para lançar mutirões de renegociação. Eles preferem receber o valor principal com juros controlados do que ficar com uma dívida que o cliente nunca vai conseguir pagar.
Uma dica de ouro é tentar trocar a dívida do cartão por um empréstimo consignado ou pessoal, que costumam ter taxas ainda mais baixas que o novo teto do rotativo. Assim, você quita o cartão e fica com uma parcela fixa que cabe no bolso.
O cartão de crédito deve ser um aliado, não um inimigo. Usar com sabedoria e aproveitar essas novas proteções legais é o primeiro passo para recuperar o fôlego financeiro e voltar a consumir com tranquilidade.






















































