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Exigência de biometria em programas sociais começa hoje

Foto: Google Imagens

A exigência de biometria em programas sociais passa a valer a partir desta segunda-feira (6), com a abertura de um novo prazo para cadastro por meio da Carteira de Identidade Nacional (CIN). A medida foi estabelecida pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e segue até o dia 31 de dezembro de 2026.

Além disso, a nova regra permite que cidadãos que ainda não possuem cadastro biométrico realizem o procedimento gratuitamente. Anteriormente, o prazo terminaria em abril deste ano, mas foi prorrogado para ampliar o acesso ao documento.

Leia mais:
Biometria para a ser obrigatória para acesso a benefícios sociais

Biometria em programas sociais: como funciona

Primeiramente, o cadastro biométrico consiste na coleta das impressões digitais das duas mãos e na fotografia do rosto do cidadão. Dessa forma, o governo consegue confirmar a identidade do beneficiário e evitar fraudes no recebimento de valores.

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Além disso, a Carteira de Identidade Nacional possui um número único e pode ser emitida tanto em formato físico quanto digital. Assim, o documento passa a centralizar informações e facilitar o acesso a serviços públicos.

Por outro lado, quem já possui a CIN não precisará refazer o cadastro. Nesse caso, a biometria já registrada será válida para concessão, manutenção e renovação de benefícios sociais.

Prazo para outros cadastros biométricos

De acordo com a portaria, cadastros já existentes também serão aceitos temporariamente. Entre eles, estão os registros do Tribunal Superior Eleitoral, da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e de passaportes.

Esses dados poderão ser utilizados até 31 de dezembro de 2027, desde que tenham sido feitos até o fim de 2026. No entanto, a partir de 1º de janeiro de 2028, apenas a biometria da CIN será aceita.

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Além disso, beneficiários que já estavam incluídos em programas sociais até dezembro de 2026 continuarão com seus dados válidos dentro desse período de transição.

Como emitir a nova identidade

Para realizar o cadastro, o cidadão deve acessar o site da CIN e fazer o agendamento no estado onde reside. Em seguida, é necessário comparecer ao posto de identificação na data marcada.

No atendimento, é preciso apresentar certidão de nascimento ou casamento. Além disso, o sistema permite incluir outros documentos, como CNH e título de eleitor na versão digital.

A primeira via impressa da CIN é gratuita. Dessa forma, o governo busca ampliar o acesso ao documento e facilitar a regularização dos beneficiários.

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Nova tecnologia de verificação

Por fim, a portaria também prevê a implantação do Serviço de Verificação Biométrica até o final de 2026. A tecnologia permitirá confirmar a identidade por meio de dados físicos, como digitais e reconhecimento facial.

Além disso, a base de dados utilizará informações da CIN, que já reúne milhões de brasileiros, e da plataforma Gov.br.

Em suma, a medida busca aumentar a segurança dos programas sociais e garantir que os benefícios cheguem corretamente aos cidadãos.

Com informações da Agência Brasil.

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