A Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN) prendeu, na noite desta segunda-feira (27), um homem de 47 anos suspeito de integrar um esquema de anabolizantes ilegais e medicamentos de origem estrangeira. A operação contou com a atuação conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Receita Federal do Brasil (RFB).
Além disso, os policiais cumpriram um mandado de prisão preventiva durante a ação. Segundo a investigação, o suspeito participava da importação e comercialização clandestina de produtos introduzidos ilegalmente no país.
Investigação começou após apreensão de carga
As investigações tiveram início em fevereiro de 2026. Na ocasião, as forças de segurança apreenderam uma carga de anabolizantes e medicamentos irregulares avaliada em aproximadamente R$ 480 mil, em Natal.
Além disso, os agentes prenderam em flagrante um integrante do grupo criminoso apontado como responsável pelo recebimento do material ilícito.
Com o avanço das diligências, a Polícia Civil identificou o destinatário da carga apreendida. De acordo com os investigadores, ele seria o principal beneficiário dos produtos comercializados de forma ilegal.
Ação integrada identificou o suspeito
A prisão ocorreu após o compartilhamento de informações entre a Polícia Civil, a PRF e a Receita Federal.
Dessa forma, a integração entre os órgãos permitiu identificar o investigado e reunir elementos para o cumprimento do mandado de prisão preventiva.
Enquanto isso, a investigação continua para identificar outros integrantes do grupo criminoso e esclarecer a dimensão das atividades ilegais.
Suspeito foi encaminhado ao sistema prisional
Após a prisão, os policiais conduziram o homem à delegacia para a realização dos procedimentos legais.
Em seguida, a equipe o encaminhou ao sistema prisional, onde ele permanecerá à disposição da Justiça.
Polícia destaca combate ao comércio ilegal
A Polícia Civil reforçou que a atuação integrada entre as forças de segurança e os órgãos de fiscalização fortalece o combate à importação ilegal e à comercialização clandestina de medicamentos e substâncias de uso controlado.
Além disso, a instituição destacou que esse trabalho contribui para a proteção da saúde pública, reduz a circulação de produtos irregulares e amplia a responsabilização dos envolvidos em crimes dessa natureza.
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