Tráfico de pessoas no Brasil não recebe o combate adequado para atingir os padrões mínimos exigidos internacionalmente. A declaração consta no relatório oficial divulgado pelo governo dos Estados Unidos na quinta-feira (8). o país permanece na Lista de Observação de Nível 2 pelo segundo ano consecutivo.
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O Departamento de Estado norte-americano reconhece esforços das autoridades brasileiras no enfrentamento ao trabalho forçado e à exploração sexual. No entanto, o relatório de 2026 destaca que essas ações não registraram avanço significativo em comparação ao ano anterior.
Além disso, o documento aponta falhas graves na coleta de provas e na interpretação das leis vigentes pelas autoridades locais. Por causa disso, muitos criminosos enfrentam apenas sanções administrativas em vez de investigações e processos criminais rigorosos. Simultaneamente, a coordenação entre governos federais, estaduais e a sociedade civil continua insuficiente.
Por conseguinte, o Brasil corre o risco de cair para o Nível 3 no próximo ano. Essa classificação mais baixa pode gerar sanções graves para a economia nacional. Por exemplo, o presidente norte-americano pode orientar vetos a financiamentos em bancos internacionais e no Fundo Monetário Internacional (FMI).
Apesar disso, o Secretário de Estado, Marco Rubio, pode suspender o rebaixamento automático. Para isso, o governo brasileiro precisa apresentar um plano detalhado e aplicar recursos suficientes na luta contra o tráfico de pessoas no Brasil.
