O Rio Grande do Norte alcançou o melhor resultado da história na chegada de turistas internacionais para os primeiros nove meses do ano. De janeiro a setembro de 2026, o estado registrou 53.695 entradas, mais que o dobro das 23.906 contabilizadas no mesmo período de 2025.
Em apenas nove meses, o volume de 2026 já é 65,8% maior do que o registrado durante todos os 12 meses do ano passado (32.393). Na prática, o estado atraiu mais de 21 mil estrangeiros a mais antes mesmo de o ano terminar. O ritmo de alta se confirmou em setembro, que fechou com 4.134 desembarques, frente a 1.897 no mesmo mês de 2025.
Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, o foco é transformar esses números em impacto real para a população. “O Rio Grande do Norte tem um dos litorais mais disputados do Brasil e esse aumento histórico significa muito mais dinheiro circulando na economia potiguar. Quando o visitante internacional chega, ele movimenta o pequeno negócio, o restaurante e o comércio, gerando emprego e trazendo renda direta para as comunidades que vivem no destino”, destaca.
Entre os mais vendidos
O Rio Grande do Norte também se consolidou entre os dez estados mais procurados no mercado doméstico. Segundo o Anuário 2026 da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), o estado garantiu a oitava posição em vendas em 2025. Já a capital, Natal, ficou em quinto lugar no ranking dos destinos nacionais mais comercializados.
Recordes nacionais
O desempenho do estado acompanha o momento do turismo em todo o país. De janeiro a setembro de 2026, o Brasil recebeu 7.019.257 turistas estrangeiros, o segundo maior volume de toda a série histórica para esse recorte. Em 2025, o país atingiu o recorde histórico com 9,2 milhões de entradas.
A receita deixada pelos viajantes internacionais também bateu recorde: foram R$ 38,7 bilhões injetados na economia brasileira entre janeiro e agosto de 2026, o maior valor já computado para o período.
Na aviação nacional, o país atingiu outra marca histórica ao transportar 68,3 milhões de passageiros nos primeiros oito meses do ano, crescimento de 4% sobre o mesmo intervalo de 2025. Já o turismo corporativo também registrou faturamento recorde de R$ 9,7 bilhões entre janeiro e agosto de 2026, crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
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